Obs: há spoilers.

A era do blockbuster germinou no fim dos anos 1970. E, desde sempre, absolutamente tudo que envolve muito dinheiro, envolve muitos riscos. O cinema é uma arte de riscos, principalmente naquela época na qual não havia um termômetro certo para sucessos como há nesta década de blockbusters nostalgia e de super-heróis.

Essas constantes ocasiões de liberar 150 a 250 milhões em diversos projetos não era regra e além disso, a computação gráfica para cinema só daria seus primeiros passos em meados de 1990. Apesar do desespero em emplacar uma franquia de ficção científica marcante depois de Star Wars, a Fox nunca apostava financeiramente em extenso com Alien, O Oitavo Passageiro na tentativa de maximizar o lucro. E assim foi feito com Alien e Aliens, O Resgate, dois filmes que renderam quase dez vezes mais o valor de seu orçamento.

Com a franquia enfim abraçando os anos 1990, a Fox foi um pouco mais benevolente e destinou ao menos 40 milhões para a produção de Alien 3. Preservando a característica de convidar diretores novos e muito promissores para comandar o filme, o estúdio chamou David Fincher – hoje, gênio consagrado – para realizar seu primeiro longa-metragem da carreira. Entretanto, as coisas saíram de mão muito rápido criando esta produção que figura entre uma das mais problemáticas da História do Cinema – isso por si só renderá um artigo que farei em breve para o nosso sempre extensivo especial de Alien.

Esclarecido que a situação de produção desse filme foi caótica, o corte do cinema (do produtor) de Alien 3 sempre fora muitíssimo criticado o jogando em completo escanteio e oposição a notória qualidade de seus antecessores. Dizem que o tempo cura tudo. De certa forma, devolveu a noção para o estúdio em lançar um novo corte para Alien 3 baseado nas anotações de como Fincher queria que o longa fosse montado, já que, depois de tão traumática experiência, o diretor se recusava a se envolver novamente.

Nessa justíssima missão, proponho na crítica a seguir explorar o quão valioso é Alien 3 em seu famoso Assembly Cut. A quase meia hora adicional transforma este filme que era medíocre em algo não só ótimo, mas como bastante profundo.

Uma Verdadeira Antologia

Alien 3 realmente comprova que a franquia Alien trata-se de filmes antológicos contando com um único fio de união entre os quatro filmes: Ellen Ripley. Inspirada em um argumento original bastante distinto de Vincent Ward, a narrativa basicamente desconstrói todo o esforço de Ripley em salvar Hicks e Newt em Aliens.

Antes de ser destruída, a Rainha Alien consegue implantar um ovo contendo uma royal facehugger a bordo da ala das câmaras criogênicas da Sulaco. Após contaminar Ripley e causar um incêndio com seu sangue ácido, o alien acaba causando o desprendimento do módulo da nave que entra na gravidade do planeta Fury 161, morada de uma colônia penal para criminosos condenados portadores do mal do duplo cromossomo Y.

Na queda, apenas Ripley sobrevive. Assustada e desconfiando que esteja com um parasita alien, a heroína terá que se familiarizar com os detentos nada simpáticos e também lidar com uma nova espécie de alien que chegou junto com ela no planeta.

Antes de prosseguir, é importante ressaltar que o roteiro de Alien 3 foi pronto conforme as filmagens aconteciam. Os executivos da Fox tinham alterado boa parte de essência do argumento de Ward que recusou tratar o texto. Para essa tarefa inglória, David Giler, Walter Hill e Larry Ferguson tentaram fazer de tudo para extrair uma história juntando as visões discrepantes do argumento original com a da Fox.

Em termos de narrativa, assim como boa parte da franquia, Alien 3 não é nada complexo, mas é uma das incursões mais interessantes. Ainda temos os moldes clássicos de apresentação>situação>apresentação da ameaça>reconhecimento>estratégia de eliminação da ameaça>conflitos>catarse>fim. É algo clássico e funcional. Nesse sentido, não há nem como mexer em uma estrutura tão sólida e eficiente que consegue transgredir as artes.

Talentosa Ripley

Sabendo disso, o que raios os roteiristas poderiam oferecer de novo aqui? Por muita coragem, a franquia se renova a cada filme: um thriller de suspense, um blockbusters explosivo de ação e, aqui, um drama existencial pessimista e denso. Sim, denso. Creio que dos 4 filmes, Alien 3 seja o que mais compreende o drama que Ripley carrega até seu dramático fim – Alien: A Ressureição não conta nessa equação, é outra personagem que mais se assemelha a uma super-heroína.

Assim como nos anteriores, Ripley é um peixe fora d’água. O aborrecimento com os alienígenas e a sua constante miséria da sua vida roubada refletem em seu estado de espírito apagado, mortificado. Perdendo seu propósito de viver pela segunda vez, não há muito mais pelo que Ripley tenha que embarcar em outra luta contra os xenomorfos. Sua motivação é altruísta e busca de uma redenção para a culpa da morte de seus amigos. Um fim também para sua eterna perambulação pelo espaço. Aqui ela é um fantasma do passado.

A relação com os outros personagens nunca deixa de ser interessante que, assim como muitos outros, a tratam como uma pária, um perigo para a ordem vigente ou a responsável pelo surgimento dos xenomorfos – algo sempre muito irônico dado os eventos de Alien – O Oitavo Passageiro. A questão aqui é justamente esse desinteresse lacônico de Ripley em continuar vivendo. O único elo romântico que ela conquista com o simpático médico Clemens é novamente destruído pelo alien. Essas criaturas são a cruz que ela carrega, sempre a impedindo de ter um pingo de alegria na vida. Destruíram tudo que ela amava e o que ela era.

Desse modo, há reflexões leves sobre o destino de Ripley estar ligado com o dos aliens. Sempre surgindo para expurgar o mal do mundo. Isso é exposto de modo bonito por diálogos sutis e da ótima atuação angustiante de Sigourney Weaver – destaque para a frase “Você está em minha vida por tanto tempo que já não me lembro de mais nada. ”.

Questionamentos sobre o tempo de vida anormal de Ripley também aparecem aqui e ali. É importante ressaltar tudo isso para entender esse ótimo drama para a personagem. A evidência do desejo de morte é tamanha que em dois encontros com o antagonista, ela não faz questão de confrontá-lo. O peso da desistência na heroína é transmitido com clareza.

Reconhecendo essa ligação tão forte entre ela e as criaturas, fico emocionado pela clareza e coragem do final do longa. O suicídio de Ripley, negando enfim uma chance completa de recuperação e de ter uma vida normal, conclui sua pavorosa jornada de infortúnio extremo. Seu final é também a conclusão da disseminação dos xenomorfos. Depois de perder tudo tantas vezes, Ripley ganha sua odisseia pessoal.

Novo Mundo, Mesmos Pecados

Uma das grandes peculiaridades de Alien 3 é situar sua narrativa em um planeta presídio para condenados praticamente abandonados à própria sorte. Em termos caracterização, os roteiristas e designers de produção conseguem conferir elementos realmente singulares para Fury 161. Além do clima ingrato, da infestação de piolhos, do visível abandono das instalações do presídio de segurança máxima que, ironicamente, não conta com nenhum armamento, há uma característica que tenta aprofundar os muitos detentos: a profunda ordem religiosa.

Baseado no cristianismo, os presidiários se contentam com a fé aliada ao celibato e a chegada de Ripley, a única mulher, é vista também como uma tentação do diabo – este representado pelo xenomorfo. Essa união prática e simbólica de Ripley com o alien, do diabo e seu emissário, ajudam a delinear os contrastes entre os núcleos.

O texto tão pouco demora para explorar o quão frágil é a fé de alguns homens que já se dispõe a estuprar a protagonista cedendo aos desejos carnais – aliás, esse é uma das péssimas cenas do filme. Como toda narrativa de grupo, a coesão é muito necessária para que os personagens sejam desenvolvidos ainda mais quando temos um drama existencial envolvendo a protagonista.

Se Alien 3 pode ser admirado, é na qualidade dos diálogos muito crus e orgânicos para todo o grupo. Cada personagem fala de uma maneira distinta e se comporta de modo diferente o que é algo excepcional levando em conta como todos podem ser confundidos graças às muitas cabeças carecas. Clemens, o médico, é o segundo personagem mais trabalhado e o choque da sua morte em um momento de revelação surpreende pela coragem.

Os outros seguem caminhos quase similares. Um dos mais interessantes é o louco Golic que elucida as questões do luz e trevas em sua loucura. A grande alteração da Assembly é justamente na função de seu personagem que o torna consideravelmente mais complexo e fiel a esse dilema religioso que paira no texto. Notar que Golic é o membro alienado e estranho ao grupo, assim como é Ripley é importante.

É formidável como os roteiristas delineiam essas semelhanças e a diferença de desenvolvimento entre Golic e Ripley e a relação de ambos com o grupo. Golic é o alienado que acabou com a mente surrupiada cuja identificação se dá justamente com o alienígena o libertando de seu confinamento na busca de encontrar um “similar”. Ripley não cede ao grupo, mas o muda inteiramente mesmo sendo desacreditada quando afirma a existência do alien e ainda visa destruí-lo novamente. São desenvolvimentos perpendiculares que tomam rumos completamente opostos. Golic seria uma representação do “e se” de Ripley caso tivesse desistido de sua sanidade após os eventos dos outros filmes.

O que também distingue esse roteiro é o rápido avanço de transformação do grupo. Em vez de apostar no clichê da inaptidão de um grupo religioso que só esperaria pela providência divina, Ripley consegue erguer a moral dos homens e reacender o instinto de sobrevivência – novamente, um belo contraste de espírito entre os dois lados. É exatamente na metade da obra que acontecem as mortes que acabam unindo os dois lados e firmando a busca pela liderança. Os atritos enfim cessam.

Particularmente, gosto muito mais da relação do conflito de Alien 3 que busca remeter a O Oitavo Passageiro em apostar na astúcia de planos elaborados para se livrarem do bicho. Detalhe que isso ocorre duas vezes nesta versão.

Então nesse jogo bem-disposto, já há a transformação de homens que pouco se relacionavam e somente compartilhavam a “fé” pela união de todos em prol da sobrevivência do grupo. Pequenas pérolas de desenvolvimento surgem aqui e ali com Dillon, Morse e Andrews. Fico impressionado como os roteiristas, mesmo com tantas revisões, conseguiram manter a obra bem aglutinada e coesa.

Entretanto, mesmo tendo tão pouco a reclamar do texto do Alien 3, uma das coisas que muito me incomodam é o tratamento dado para Newt e Hicks no começo do longa. Apesar de gerar a poderosíssima cena da autopsia e da angústia dúbia de Ripley evidentemente mais temerosa pela chance de contágio do que o luto da morte de sua nova “filha”, era possível obter os mesmos resultados buscando modos mais sagazes e de impactos dramáticos ainda maiores.

Muito provavelmente não teríamos o valioso trabalho com Clemens, mas matar Hicks e Newt ao longo da jornada neste planeta prisão teria potencializado ainda mais a impotência da protagonista diante a força natural do xenomorfo. Infelizmente, isso aborda o tema do “e se” que sempre deve ser evitado em um texto analítico. O filme é o que ele é. E de fato, com a interpretação certa, é uma obra grandiosa que finaliza com dignidade o arco de Ellen Ripley.

Batismo de Fogo

Talvez David Fincher tenha uma das estreias mais estressantes em Hollywood que qualquer outro diretor que já tenha pisado por ali. Ainda muito jovem e vindo da indústria dos videoclipes, Fincher era um completo desconhecido. Ninguém fazia ideia de seu gênio e do método de direção que ele desenvolveria para o filme.

Acreditando que poderiam controlar a fera, a Fox o contratou mesmo sem ter o roteiro finalizado em mãos – aliás, igualmente impressionante é o trabalho de Fincher em ter conseguido criar algo totalmente novo e distinto do restante da franquia até então. Já com esse grande problema de trabalhar sem a base de um filme, Fincher pegou o bonde andando já que muita coisa da produção havia iniciado tempos antes dele chegar nos estúdios.

Entretanto, mesmo com tantos percalços, é notório o profissionalismo de Fincher que conseguiu sim imprimir uma atmosfera completamente única para Alien 3. Nunca houve dúvida que ele estava envolvido com o filme, porém o esgotamento provocado pelo stress poderia sim ter causado um desastre cinematográfico de proporções monumentais.

Nesta edição, finalmente vemos como Fincher dedica alguns minutos para mostrar a atmosfera e o ambiente daquele planeta amaldiçoado com ligeira contemplação – destaque para os matte paintings ricos que fornecem a profundidade e riqueza visual em perspectiva. As praias, os vermes, as vestes externas e um pouco da funcionalidade da colônia. Desse modo, os elementos ganham peso maior e se tornam mais críveis para o espectador que deixa de pensar que “ah, é só mais um lugar x para o alien matar umas pessoas estúpidas”.

Além da substancial mudança da captura do alien e sua posterior fuga por Golic, a outra novidade bem recebida é a concepção diferente do Dog Alien que passa a ser o Bambi Alien. Em termos de simbologia, tanto o cachorro e o boi virarem os hospedeiros para o desenvolvimento da larva têm pesos semelhantes e muitíssimos interessantes.

Com o cão no corte de cinema, elabora-se uma grande ironia do melhor amigo do Homem justamente incubar o maior algoz que os personagens encontram na narrativa, os forçando reacender o instinto de sobrevivência – mais interessante ainda é a escolha da raça Rottweiler que geralmente é definida como um cão de guarda que oferece proteção a seus donos.

Já o boi na Assembly Cut tem significados mais profundos e menos óbvios. O boi, desde a idade média, é símbolo de fertilidade e estabilidade, já que provê prole para sustentar uma sociedade. Subvertendo em parte seu significado, Fincher preserva o sentido de fertilidade ao boi dar “à luz” ao novo alien mais mortal e desenvolvido que desestabiliza toda a ordem naquele lugar. Sua função como alimento para os presos também é subvertida com ironia já que esse é justamente o primeiro xenomorfo que apresenta comportamentos de se alimentar das suas vítimas.

A visão de Fincher

Em termos plásticos, Alien 3 é um filme de visual peculiar. Finalmente abandonando toda aquela fumaceira dos dois primeiros, Fincher emplaca sua visão para um mundo árduo, depressivo e estéril. Todo o design, direção de arte e fotografia seguem o padrão amarronzado nauseante que tem seu significado até mesmo exposto por um personagem: “All we got here is shit!”

Mesmo com essa paleta morta, fétida e que deveria ser sem-graça, o diretor elabora planos majestosos e usa a montagem para criar paralelismos nada menos que brilhantes. O exemplo clássico disso é a cena do funeral de Hicks e Newt intercalada com o nascimento do xenomorfo – tudo isso embalado pela trilha excepcional de Elliot Goldenthal que realiza talvez sua obra-prima com as músicas aqui.

Outros lances de encenação bastante inteligentes estão na morte de Clemens na qual Fincher faz uma sequência de penetrações através da montagem – da agulha na pele de Ripley para a língua do xenomorfo quebrando o crânio do personagem. São momentos valiosos que já destacam a autoria de Fincher como um brilhante jovem diretor.

Uma escolha bastante inusitada é a quantia inacreditável de contra-plongées que existem aqui. Fincher opta em filmar com câmera baixa a apontando para o teto quase sempre valorizando as construções enormes da direção de arte conferindo realidade para os ambientes – enquadrar o teto na composição não era o padrão de Hollywood por conta da inexistência dessa parte nos cenários (um dos primeiros a fazer isso foi Orson Welles em Cidadão Kane).

Aliás, por comentar a direção de arte, é legal destacar como o resgate aos elementos egípcios e faraônicos é presente no filme. Os corredores a la catacumbas das pirâmides nunca foram tão presentes como neste, assim como grandes câmaras como a do ventilador gigante.

Pequenas homenagens de Fincher para o trabalho de Ridley Scott também surgem em alguns momentos. Alguns adereços de cenários fazem as referências certas, mas Fincher incorpora a encenação do britânico em alguns momentos como durante o segundo confronto de Ripley com o xenomorfo camuflado entre as tubulações assim como em O Oitavo Passageiro.

O diretor também busca enfatizar melhor a relação de Ripley com o alienígena, oferece contornos mais interessantes para a Weyland Yutani resultando na ótima cena final do auto sacrifício de Ripley.

Apesar de rasgar tantos elogios para o trabalho de Fincher, é evidente que há alguns problemas. Às vezes a encenação torna-se caricata demais destoando da atmosfera proposta – a cena da tentativa do estupro e da trombada de dois presidiários fugindo do alien são exemplos claros. Outro enorme problema é entender a decupagem de ação que Fincher trabalhou aqui – desde então quase nenhum trabalho seu envolve grandes peças de ação, reparem nisto.

As duas grandes sequências para capturar o alien são bastante confusas com planos e movimentos de câmera que sacrificam completamente a lógica geográfica do lugar afetando a credibilidade da captura e destruição do bicho em ambos os momentos. Outros elementos já são inerentes à idade do filme. Enquanto boa parte dos elementos visuais não envelheceram, assim como a decupagem do restante das cenas, os efeitos de rotoscopia, marionetes e até mesmo o único plano com efeitos de computação gráfica acabam escancarando a idade do filme. Como a movimentação desse alien era bastante diferente, os efeitos de rotoscopia e escala, apesar de qualidade para a época, não conseguem superar as máscaras e animações virtuais que foram desenvolvidas em pouquíssimo tempo depois.

A Revolução Herdada

Desde sua concepção, a franquia Alien conseguiu sempre revolucionar o gênero de ficção científica a cada novo filme. Com Alien 3 isso não foi diferente e falo sério quando digo isso. Fincher tratou o gênero com respeito buscando preencher uma lacuna consideravelmente vazia de filmes de horror em geral apostando em dramas emocionantes e narrativa inteligente.

Não se tratava em levar a franquia novamente por um terreno explorado pelo horror profundo e do tiroteio cheio de adrenalina. Alien 3 conseguiu quebrar a expectativa de ver as mesmas coisas de sempre e tentou inovar. Uma pena que na época e também pelo seu corte de cinema, conquistou muito pouco da crítica e do público. Não só por conta disso, sem dúvidas afirmo que se trata de uma obra a frente de seu tempo – talvez, até mesmo para os dias de hoje já que constantemente é um filme covardemente atacado até por fãs que nunca ousaram assisti-lo o encarando como peça fundamental da antologia e como fim para o arco de Ripley.

Alien 3 merece sim figurar entre os grandes filmes da franquia, pois ele é grande e captura o espírito dos filmes com muitíssimo respeito. Sua originalidade, seja no texto, na ótima direção ou na fantástica trilha musical, mostra que, de alguma forma, David Fincher conseguiu vencer o sistema resultando nesse clássico Assembly Cut. No fim das contas, é um ótimo final para uma grande trilogia e uma excelente personagem.

Alien³ – Assembly Cut (Idem, EUA – 1992)

Direção: David Fincher
Roteiro: Vincent Ward, David Giler, Walter Hill, Larry Ferguson
Elenco: Sigourney Weaver, Charles S Dutton, Charles Dance, Paul McGann, Brian Glover, Ralph Brown, Danny Webb
Gênero: ficção científica, horror espacial, ação
Duração: 155 minutos

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