No dia 12 de janeiro finalmente vimos a franquia Assassin’s Creed sair dos jogos e parar na telona com a adaptação cinematográfica estrelando Michael Fassbender e Marion Cotillard. Portanto, vale relembrar os melhores jogos da maior franquia de sucesso da Ubisoft. Fizemos então uma lista com os 10 melhores títulos da franquia principal (excluindo spin-offs em portáteis e DLC’s vendidos separadamente)  e escolher os melhores Assassin’s Creed de todos os tempos!

» Siga o Bastidores no Facebook , Instagram e no Twitter para saber todas as notícias sobre cinema «

Então dê seu Salto de Fé e vamos para a lista:

10. Assassin’s Creed Revelations

O último jogo de Ezio foi também um dos mais criticados da franquia por não inovar em sua fórmula e acabar sendo o “mais do mesmo” que muitas franquias anuais acabam caindo. Apesar disso, sua ambientação em Constantinopla e a busca de Ezio em encontrar os pertences e relíquias de Altair, foi certamente um jeito interessante de não só concluir a história de Ezio mas também amarrá-la com o primeiro protagonista. Novos elementos foram apresentados como a Hookblade (lâmina que servia tanto para combate como um gancho nas cordas do cenário)e o sistema de replay de missões. Apesar dos pesares, uma conclusão digna para os personagens mais icônicos da franquia.

9. Assassin’s Creed Rogue

Uma decisão um tanto quanto ousada por parte da Ubisoft foi lançar dois jogos principais da série simultaneamente em plataformas diferentes. Enquanto Assassin’s Creed Unity fazia sua estreia na nova geração de consoles, Assassin’s Creed Rogue foi o prêmio de consolação para muitos que não podiam adquirir os novos videogames e ainda estavam na geração anterior. Mas ao contrário do que muitos achavam que acabaria sendo, Rogue foi uma grata surpresa, apresentando pela primeira vez um protagonista Templário, de nome Shay Patrick Cormac. Com ambientação em várias partes da América do Norte em pleno conflito da Guerra dos Sete Anos (1756-1763). O destaque ficava para os diferentes tipos de ambientes (florestas, montanhas, águas congeladas) e upgrades para o seu navio adentrar locais de difícil acesso. Pegando emprestado muitos elementos de AC IV, mas com o twist do jogador finalmente poder participar “do outro lado” da guerra entre os Templários e Assassinos, fez do game um título essencial para os fãs da série.

8. Assassin’s Creed Unity

A transição da série para a geração do PS4/Xbox One não foi exatamente tranquila. Com diversos bugs, quedas bruscas de framerate e glitches que o tornou piada na internet na época de lançamento, Assassin’s Creed Unity demorou um pouco para conquistar seus fãs. Após alguns concertos em forma de patches e atualizações, a história de Arno Victor Dorian e seu clã de Assassinos em plena época da Revolução Francesa ganhou seu devido reconhecimento no coração dos fãs da série. Finalmente com um sistema co-op integrado a campanha principal, e a possibilidade de se sentir em um verdadeiro clã de assassinos, o jogo se destaca pelos seus incríveis gráficos e sua ambientação perfeita da França do século XVIII.

7. Assassin’s Creed

O primeiro jogo da franquia a gente nunca esquece. Assassin’s Creed de 2007 apresentou ao mundo a história de Desmond Miles, homem capturado pela corporação Abstergo, que acaba tendo as memórias de seus antepassados revividas através da máquina Animus. Desmond acaba revivendo as memórias de um de seus ancestrais chamado Altaïr Ibn-La’Ahad, membro da Ordem dos Assassinos, que há milênios luta contra a Ordem dos Templários. O jogo, que começou a ser desenvolvido como uma sequência para Prince of Persia, foi um dos primeiros da geração do Xbox 360 e PS3 que prometiam utilizar o potencial das novas máquinas para apresentar um mundo aberto rico e imersivo, além de um gameplay inovador e dinâmico com sua travessia parkour entre as construções da cidade de Jerusalém de 1191. Apesar de suas falhas, é ainda um dos games mais lembrados da franquia e o ponto de partida da história de Desmond e a Ordem dos Assassinos.

6. Assassin’s Creed III

A primeira sequência numérica da série após três aventuras com Ezio tinham a responsabilidade de manter a boa fase da franquia, além de expandir a história e o gameplay em uma ambientação e protagonista completamente diferente. Deu certo? Alguns aprovaram, outros não. A história do meio-indío, meio-inglês Connor e sua luta para salvar sua vila da colônia inglesa no período da Independência dos EUA foi criticada pelo seu início lento e seu protagonista pouco expressivo. Mas ao contrário da história, a ambientação e seu mundo aberto cativaram, com um cenário bem diferente do que tinha sido visto na série até então, com uma mistura interessante de áreas urbanas e rurais e um gameplay que misturava combate com sobrevivência na floresta. E foi em AC III que o sistema de navegação e combate com embarcações em mar aberto estreou. Por essa e outras, o game se tornou um dos mais importantes da franquia e com certeza merece ser lembrado.

5. Assassin’s Creed Syndicate

O nono e até agora último título lançado da série, Assassin’s Creed Syndicate trazia consigo a obrigação de provar que a franquia ainda tinha força após tantos anos consecutivos de jogos lançados. E apesar de não ter quebrado paradigmas, foi certamente um dos games mais consistentes até aqui. Com dois protagonistas (os gêmeos Jacob Frye e Evie Frye) e uma ambientação mais que sonhada pelos fãs na Inglaterra da Revolução Industrial, o jogo teve a proeza de adaptar as inovações tecnologias da época, como máquinas a vapor e armas para seu arsenal (como o lança-cordas). Com a possibilidade de trocar de personagem a qualquer momento, Jacob e Evie tinham personalidade e habilidades próprias que traziam a variedade necessária para a experiência de Syndicate não enferrujar na Londres da Era Vitoriana. Apesar dos rumores de que o próximo AC se passará no Egito, seria interessante ver mais desses avanços tecnológicos sendo introduzidos em outros games da série. Talvez em um spin-off?

4. Assassin’s Creed IV: Black Flag

Muitos podem dizer que é o Assassin’s Creed menos Assassin’s Creed da série, mas é inegável a qualidade do título, que possivelmente é um dos melhores jogos de pirata de todos os tempos. O primeiro título da franquia principal sem Desmond como catalisador das memórias no Animus, a história conta a vida do pirata e corsário Edward James Kennway no auge da Era de Ouro da Pirataria nas Ilhas Caribenhas. A jornada de Kennway junto a sua tripulação no meio do eterno conflito entre Assassinos e Templários abre as portas para um dos maiores e melhores mundo abertos da série. Com diversas ilhas e cidades portuárias a serem exploradas, o jogo expandiu e aperfeiçoou todas as mecânicas: Do parkour ao stealth até a navegação e combate com sua tripulação nos mares caribenhos. A grande sacada do game é sentir-se como um verdadeiro pirata navegando no gigantesco mapa do jogo. O sentimento de descobrir ruínas recheada de tesouros e combater icônicos piratas em mar aberto tornam AC IV uma das melhores experiências que a franquia proporcionou até hoje. Querendo ou não, um jogo digno para uma vida de pirata. Yo Ho Yo Ho!

3. Assassin’s Creed: Brotherhood

Não é toda vez que a expressão “maior é melhor” se encaixa no mundo dos games, mas Brotherhood chegou muito perto de concretizá-la. A sequência do aclamado AC II conseguiu refinar o que já tinha sido aperfeiçoado no último jogo, com a inclusão do modo multiplayer online, um mapa ainda maior ambientado na Roma do século XVI, um sistema de combate aprimorado e uma história que continuava a jornada de Ezio Auditore com a missão de trazer Roma de volta para a sua glória após o controle corrupto dos Templários sobre os Estados Papais. O mapa três vezes maior que AC II foi palco para um dos maiores jogos da franquia em seu conteúdo, com diversos coletáveis, segredos e missões secundárias. Em Roma, o jogador se sentia motivado a completar cada pedaço do mapa. Ezio tinha em mãos o controle da fraternidade de assassinos, podendo recrutá-los para participar das missões principais ou mandá-los para missões de recolhimento de recursos.  Um verdadeiro exemplo de como fazer um mundo aberto grande, fascinante e recheado de conteúdo extra.

2. Assassin’s Creed II

A insuperável sequência do jogo original, Assassin’s Creed II foi tudo o que o primeiro deveria ter sido, apresentando um gameplay fluído tanto no parkour, combate e exploração, além de uma incrível ambientação da Itália na Renascença. Apresentando aquele que é o personagem favorito de muitos da série, Ezio Auditore da Firenze, que se tornou tão popular que os próximos 2 jogos da franquia continuaram a acompanhá-lo. Na história, Ezio acaba se envolvendo em uma conspiração de assassinato da sua família por ordem dos Templários. Após descobrir que sua família escondia sua identidade como membros da Ordem dos Assassinos, Ezio deve buscar vingança daqueles que conspiraram contra ela e treinar para se tornar um verdadeiro membro da Ordem. Durante a aventura, Ezio adquire upgrades em seu arsenal de personagens como seu amigo Leonardo DaVinci, que além de importante para a trama, são extremamente carismáticos e adicionam muito para a melhor história já concebida pela franquia. O jogo trouxe melhorias no combate, aprimorou seu mundo aberto e trouxe uma rica experiência inesquecível para os jogadores. Pular nos telhados de Veneza e alcançar o topo das igrejas e monumentos para dar o icônico Salto de Fé nunca foi tão memorável quanto em AC II. Para muitos, o melhor da série, por capturar a essência da formula sem exageros. E definitivamente o melhor ponto de partida para quem nunca jogou Assassin’s Creed.

1. Assassin’s Creed Origins

Quem diria que a grande reformulação de Assassin’s Creed realmente conseguiria tomar o topo dessa lista de modo tão rápido? Nem contando com apenas 1 mês de seu lançamento, é bastante seguro afirmar que Origins é o melhor jogo da franquia até agora. A remodelação do combate e exploração do maravilhoso mapa do Egito fizeram toda a diferença, além de contarmos com o carisma do ótimo personagem Bayek e sua história trágica. O período histórico, definido no declínio completo do Egito Antigo, também foi uma boa sacada da Ubisoft para conseguir retratar um período de conturbação social, além de permitir que o jogador já explorasse os monumentos mais conhecidos do país africano. As novidades foram significativas e muita coisa foi adicionada. Com a abordagem muito aproximada do RPG, pela atenção estupenda aos detalhes, entre tantos outros detalhes, fica fácil definir quem conquista o topo dessa lista.

Comente!