O novo filme da franquia Tomb Raider está entre nós! E enquanto Alicia Vikander arrebenta tudo nas telas do cinema, essa semana ainda tivemos o anúncio do terceiro capítulo do reboot da série, Shadow of the Tomb Raider, prometido para 14 de setembro para PS4, Xbox One e PC.

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Com uma semana tão cheia de novidades para a série, resolvemos ranquear as melhores aventuras de Lara Croft nos videogames. Das origens da série na era 32-bit pela mãos do estúdio criador Core Design em 1996, até as empolgantes e épicas descobertas de tumbas no reboot desenvolvido pela Crystal Dynamics em 2013, vamos ver o que a franquia reuniu de melhor nesses mais de 20 anos de existência!

10. Tomb Raider III: Adventures of Lara Croft

Em 1998, após já ter se estabelecido na cultura pop como uma das personagens mais icônicas dos videogames, Lara Croft continuava fazendo sucesso título após título. E não foi diferente com o terceiro jogo da série, Adventures of Lara Croft. Aqui, a Core Design resolveu não mexer muito na fórmula e apenas colocou Lara em diferentes cenários ao redor do mundo, com locais como as frias terras da Antártida e as selvas na India, diversificando o gameplay, que focava nas partes de resolução de puzzles. Apesar da recepção morna da crítica, o título ainda foi um fenômeno de vendas e aproveitou bem a onda de sucesso que a personagem estava tendo na época. Tempos sombrios aguardavam a série (*cofcof* Angel of Darkness), mas no final da década de 90, Lara ainda estava em seu auge de carreira como arqueóloga.

9. Tomb Raider: Underworld

Tomb Raider Underworld é um caso complicado na carreira de Lara. Apesar de continuar com a qualidade de gameplay estabelecido pela Crystal Dynamics iniciado em Tomb Raider Legend e seguido de Anniversary, Underworld representou a fadiga da fórmula de exploração e aventura da franquia. Em uma nova geração de consoles, o jogo mostrava um mundo mais bonito e detalhado para a série, mas que não se encaixava mais nos tempos de Uncharted e jogos de ação mais cinematográficos e explosivos. Mesmo assim, Underworld é um título que ainda entretém os fãs, com uma história levando Lara até cenários aquáticos, em busca da ilha lendária de Avalon, com muitos elementos nórdicos envolvidos na aventura. Divertido, mas infelizmente, lançado em uma época errada.

8. Tomb Raider and the Temple of Osiris

Como Guardian of Light, a inesperada mistura entre um jogo cooperativo isométrico com as explorações de Lara nas tumbas deu muito certo. Apesar de não ser tão interessante como o primeiro jogo, Temple of Osiris ainda entregava muitas novidades para quem já tinha curtido a nova roupagem em uma fase escassa da série nos videogmaes. Com um sistema multiplayer para até 4 jogadores, cada personagem apresentava habilidades únicas que contribuíam não só na hora da ação, mas também para resolver os quebra-cabeças. Uma ótima pedida para quem quer variar no gameplay da série.

7. Tomb Raider: Legend

Após o fracasso que foi Tomb Raider: The Angel of Darkness, o estúdio Core Design, criador da franquia, deu adeus a Lara e acabou encerrando suas atividades alguns anos depois. Assim, a série foi dada para o estúdio Crystal Dynamics, que teve a responsabilidade de fazer um reboot e tentar exorcizar a franquia dos fantasmas do passado de Lara, a reapresentando para uma nova geração de jogadores. E foi com isso que Legend acabou se tornando uma das aventuras mais consistentes de Lara Croft, com um gameplay mais fluído e uma jornada que levava a arqueóloga para locais como Peru, Nepal e Cazaquistão. Daqui para frente, a série conseguiu sair do estigma de suas origens e possibilitou que a franquia durasse muito mais tempo…até o próximo reboot, ao menos.

6 – Tomb Raider and the Guardian of Light

Em 2010, a franquia estava em um de seus momentos mais baixos. Uma crise de identidade afetava Tomb Raider, já que a última aventura, Tomb Raider Underworld, não havia feito o sucesso esperado. E com títulos como Uncharted roubando a cena, parecia que Lara estava fadada às prateleiras do museu. Porém, uma aventura totalmente diferente de qualquer coisa feita anteriormente acabou sendo o elixir necessário para a série ganhar uma sobrevida e sobreviver por mais alguns anos. Com Guardian of Light, a Crystal Dynamics apresentou uma aventura menor (originalmente lançada apenas digitalmente) focada no gameplay cooperativo em visão isométrica. Aqui, Lara encontra um guerreiro Maia chamado Totec, líder da Guarda da Luz. Juntos devem encontrar e derrotar o espírito maligno de Xoloti nas ruínas na América Central. A história simples dá espaço para um game design inteligente e divertido, com ênfase na dinâmica dos dois personagens para resolver quebra-cabeças e progredir nos cenários. Poucas vezes uma franquia conseguiu lançar um spin-off tão diferente e que ainda assim desse tão certo.

5 –  Tomb Raider: Anniversary

Obviamente que o primeiro Tomb Raider merece reconhecimento por abrir as portas da franquia e marcar uma geração. Porém, temos que ser sinceros e admitir que os primeiros jogos da personagem não sobreviveram tão bem ao tempo. E assim, se você quer ter a experiência da primeira aventura de Lara Croft, a melhor opção é a edição de aniversário produzida pela Eidos, em 2005. A desenvolvedora fez um remake extremamente competente, alterando aqui e ali alguns elementos para torná-lo mais acessível em tempos de jogos mais voltados para a ação. Mesmo tendo alguns elementos que já envelheceram mal (os infames Quick Time Events), o título ainda é uma ótima pedida para os fãs.

4 – Lara Croft Go

Em uma das versões mais inesperadas da franquia, Lara Croft Go, desenvolvido pelo estúdio Square Enix Montreal, é um título mobile de puzzle em visão isométrica, focado no design de fases e na resolução dos quebra-cabeças das fases. O mais interessante é como o estúdio conseguiu capturar a essência dos primeiros títulos da série e apresentá-los de uma forma nunca antes vista. Lara Croft Go mostra como jogos menores podem se tornar experiências melhores e mais divertidas que muitas aventuras épicas lançadas em console. Deixe o preconceito de lado e vá atrás do título, se ainda não o jogou.

3 – Tomb Raider II

Ok, se você ainda quer jogar algum título dos primórdios da franquia, mesmo sabendo que a jogabilidade não resistiu muito bem ao tempo, então Tomb Raider II é a pedida perfeita para os caçadores de relíquias nos videogames.

Tomb Raider II reuniu todos os elementos que tornaram o primeiro tão elogiado por público e crítica e expandiu em todos os aspectos. Novas armas, veículos e cenários muito maiores, fizeram desse um título bem variado e surpreendente para a sua época. E isso não só no mundo em que Lara explora, mas na própria personagem, com movimentos que tornaram a jogabilidade muito mais fácil e divertida (escalar paredes e rolar no ar, por exemplo).

Se aventurando por locais como Tibet, China e Veneza, o jogador realmente se sentia dando a volta ao mundo com Lara, em busca da Adaga de Xian. Uma tumba que, ao contrário de muitas aventuras da personagem na era 32-bit, ainda vale a pena ser explorada.

2 – Tomb Raider (2013)

Após tantas idas e vindas em suas aventuras nos videogames, Lara Croft estava precisando de uma roupagem nova para os tempos modernos. E foi isso que o estúdio da Crystal Dynamics, junto com a Square Enix, fizeram para Lara.

Tomb Raider de 2013 se tornou um exemplo de como fazer um competente reboot para uma franquia consagrada, reunindo todos os elementos que a tornaram famosa, mas dando uma modernizada em seu gameplay e história.

Aqui, vemos uma origem de Lara, mostrando sua primeira aventura com um grau de realismo e violência sem precedentes na série. Um toque de ação também foi “emprestado” de outra franquia de aventura e exploração e Tomb Raider teve todas as peças para não só reviver a série de jogos, mas superá-la em todos os aspectos.

1 – Rise of the Tomb Raider

Após o sucesso do reboot, a equipe da Crystal Dynamics não descansou e colocou sua versão de Lara Croft para um patamar ainda mais ambicioso com Rise of the Tomb Raider, onde a arqueóloga britânica vai parar nas frias terras da Rússia para encontrar a cidade perdida de Kitezh. Sendo perseguida pela organização Trinity, a jornada para a personagem é muito mais pessoal dessa vez, já que envolvem pesquisas inacabadas de seu pai.

Os melhores elementos do reboot de 2013 foram expandidos aqui, oferecendo mais tumbas para o jogador explorar e habilidades novas para Lara. Os cenários são maiores e com muito mais a se fazer e encontrar, além de diversos modos extras apresentados na edição 20 Year Celebration

Um jogo que além de ridiculamente belo na geração atual de consoles, também traz um gameplay divertido, viciante e completo. Rise of the Tomb Raider foi o melhor jeito de celebrar os 20 anos de aventuras em tumbas e cidades perdidas. E que venham mais 20!

E você, qual jogo da série mais te marcou? Comente abaixo!

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