Hoje (09), a Rockstar nos presenteou com o primeiro trailer de gameplay de Red Dead Redemption 2 e, pelo que vimos nesses seis apaixonantes minutos, é que essa parece ser, de fato, a obra-prima (ao menos até o próximo lançamento) da desenvolvedora. A companhia nos entregou muito nesse vídeo, indo desde novas mecânicas, até gráficos incríveis. Com isso em mente, decidimos ressaltar alguns pontos que nos fazem acreditar que esse game não será nada menos que incrível.

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Interações com NPCs

De imediato, um dos pontos que mais nos chamou a atenção em RDR 2 foi a interação com os NPCs. Não estamos falando de interações pré-definidas pelo roteiro e sim um simples, porém dinâmico sistema de reações, que vão desde cumprimentar aqueles que passam por você, até ameaçar os outros para que não fujam. Aqui é importante prestar atenção na interface do jogo, que mostra o botão triângulo (ou Y no Xbox One, provavelmente) alterando de acordo com a situação. Pode não parecer nada de mais, mas isso certamente ajudará esse universo a parecer mais vivo, com o protagonista realmente parecendo alguém cujas ações você está totalmente em controle.

Isso, claro, dialoga diretamente com cada ação do jogador tendo consequências. Ainda não sabemos o quanto a morte de determinado NPC irá impactar esse mundo como um todo, mas é de se esperar que nada saia impune nesse novo cenário da Rockstar Games.

Atividades paralelas

O primeiro RDR já era recheados de minigames e nos permitia jogar cartas, entrar em brigas de rua, duelos e muito mais. Agora parece que a Rockstar está expandindo esse fator do game e, pelo que vimos, isso deve afetar o mundo à sua volta. A caça está de volta, dessa vez mais realista que nunca, considerando a presença do arco e flecha e do simples fato do protagonista levar a carcaça dos animais no seu cavalo – além disso, teremos de procurar as presas feridas agora, com algo similar ao sentido especial em The Witcher. Os jogos de cartas também, é claro, o que deve oferecer uma boa oportunidade para aumentar a quantidade de dinheiro que carregamos. E, por fim, vimos que poderemos pescar no game, o que já provou ser uma atividade extremamente viciante em games como The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Final Fantasy XV.

Armas

Já comentamos sobre a presença do arco e flecha no game, mas o arsenal que nos é oferecido parece ser muito maior que esse. Mas essa não é a questão principal aqui e sim que cada uma dessas armas será diferente uma da outra. Com recuos diferentes e animações de recarregar diferenciadas, o jogo parece estar investindo em um sistema de combate bem mais complexo, que vai fazer o jogador trocar constantemente entre suas armas de fogo. Não menos importante é a atenção aos detalhes, como o fato do personagem carregar o rifle em uma mão e a pistola na outra, possibilitando a troca mais rápida, mostrando que esse não é um jogo feito por amadores.

Cavalos

O primeiro RDR mudou drasticamente como os cavalos se comportam e se movimentam em games de mundo aberto e notavelmente influenciou a grande maioria dos games que vieram desde então, como o próprio The Witcher 3. Agora, a Rockstar promete investir ainda mais nesse importante aspecto do gameplay, aprofundando a relação entre nosso personagem e seu cavalo, além de fazer cada raça melhor em determinada atividade. Estamos curiosos para ver como isso irá se encaixar no jogo como um todo, mas parece que não estaremos em busca simplesmente da montaria mais rápida agora.

Gráficos

Por fim, um dos elementos que mais nos chamou a atenção foram os gráficos de Red Dead Redemption 2. Sim, os personagens estão muito bem detalhados, mas o diabo mora nos detalhes. Veja os detalhes das armas, a iluminação do game, especialmente no escuro, com os raios de luz passando por entre as árvores, a fumaça que o fogo faz e, não menos importante, as variações do tempo.

Ao que parece, RDR 2 nos entregará um clima dinâmico, com neblinas, chuva, céu nublado, ensolarado e mais. Pode não parecer grande coisa, mas isso certamente requer um belo trabalho de otimização para que, bem, o jogo rode nos consoles atuais. Além disso, é claro, essas mudanças oferecem um dinamismo muito maior no gameplay – caçar um bandido durante um dia ensolarado não é a mesma coisa que ir atrás de um em uma noite chuvosa, ou preenchida pela névoa. Um dos aspectos mais interessantes do primeiro RDR era criar nossas próprias histórias em nossas mentes e, com isso, as possibilidades são muito maiores!

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