Em 8 de dezembro de 1980, John Lennon morria após ser baleado por Mark Chapman que, recentemente, teve seu pedido de condicional negado pela Justiça. 

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Em sua nova audiência, Chapman revelou suas motivações e o período psicológico conturbado no qual estava para conseguir a “coragem” em matar um dos músicos mais famosos do mundo. 

“Eu estava indo longe demais”, disse o assassino, agora com 63 anos. Chapman atraiu John Lennon que estava a caminho de uma gravação no momento, para autografar um álbum do assassino. Com o músico próximo, o homem atirou à queima roupa com cinco tiros de calibre .38 para não correr o risco de fracassar sua “missão”.

Esse momento bizarro foi fotografado. É a imagem que ilustra o post.

Em transcrição do seu depoimento, ele conta: “Eu lembro de ter o pensamento de: ‘Ei, você tem o álbum agora, olhe isso, ele assinou-o, apenas vá para casa’, mas não havia uma maneira de que eu fosse para casa”. 

Durante seu confinamento, o assassino revelou aos dois membros da comissão de liberdade condicional que se sente cada vez mais envergonhado do que fez, sentindo verdadeiro arrependimento:

“Daqui uma centena de anos eles irão se lembrar dele, e se lembrarão dele como alguém que foi assassinado, e isso será negativo”, disse. Ele foi sentenciado à prisão perpetua pelo assassinato e agora só conseguirá outra audiência de liberdade condicional em 2020.

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