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Black Mirror: Bandersnatch | Internautas encontrando desafios em piratear o filme

Black Mirror: Bandersnatch veio para causar polêmica e representar uma mudança drástica no modo como contamos as histórias. Baseado nos romances interativos do começo dos anos 2000, o episódio da série homônima nos dá diversas escolhas para serem feitas, com múltiplos finais para levar o telespectador à loucura, como já é de praxe da antologia distópica.

Entretanto, nos últimos dias, blogueiros do site Mashable exploraram a deepweb para tentar entender uma coisa: como a pirataria está traficando o episódio? Bom, a resposta parece ser bem óbvia: não muito bem. Ao que tudo indica, os internautas encontraram diversas versões do filme episódico, mas nenhuma delas estava completa.

“250 opções disponíveis, faltando 68 opções”, foi um dos exemplos encontrados. Diferentemente do que a Netflix nos entregou – mais de cinco horas de filmagem -, essa versão contém pouco mais de uma hora e meia. É claro que, em algumas delas, a produção está completa, mas em cenas sem ordem e sem nexo.

É complicado encontrar um modo certo de ver Bandersnatch, pelo menos dentro da pirataria, visto que a plataforma trouxe um recurso inédito provindo dos games e nem mesmo estava disponível em todos os programadores – o ChromeCast, por exemplo, não suportava o formato.

A história gira em torno de um jovem programador que arquiteta um jogo de múltiplas escolhas baseado no romance homônimo de um grande escritor que acabou matando a esposa após uma crise psicótica. Entretanto, ele começa a perceber que nada do que faz é regido pelo livre-arbítrio, não sabendo mais distinguir o que é realidade e o que é ficção.

Bandersnatch já está disponível na Netflix. Confira nossa crítica do episódio aqui e a lista com os múltiplos finais aqui.

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Publicado por Thiago Nolla

Thiago Nolla faz um pouco de tudo: é ator, escritor, dançarino e faz audiovisual por ter uma paixão indescritível pela arte. É um inveterado fã de contos de fadas e histórias de suspense e tem como maiores inspirações a estética expressionista de Fritz Lang e a narrativa dinâmica de Aaron Sorkin. Um de seus maiores sonhos é interpretar o Gênio da Lâmpada de Aladdin no musical da Broadway.

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