Sombra, uma cadela detectora de drogas que trabalha junto à Polícia Nacional Colombiana, vem causando uma série de problemas para os cartéis nacionais, e os chefes das organizações começaram a colocar recompensas por sua cabeça, forçando as autoridades a movê-la para um aeroporto mais seguro e contratar mais oficiais para acompanhá-la nos turnos.

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A pastora alemã de seis anos de idade se tornou uma pedra no sapato dos traficantes há algum tempo. Nos últimos anos, seu forte e bastante desenvolvido olfato ajudou a polícia nacional a realizar mais de 200 prisões e apreender nove toneladas de drogas ilícitas.

Sombra tornou-se uma heroína na luta contra os cartéis, mas para os criminosos – que vêm perdendo bastante dinheiro com isso -, ela virou uma ameaça que precisa ser eliminada. O Clã do Golfo, chamado de Urabeños, alegadamente colocou um preço pela cabeça da cadela, variado entre 20 e 200 milhões de pesos colombianos (7 e 70 mil dólares, respectivamente).

“O fato de eles quererem machucar Sombra e oferecer uma recompensa tão grande por sua captura ou morte mostra o impacto que ela trouxe aos lucros [dos traficantes]”, um porta-voz da polícia disse em entrevista ao jornal The Telegraph.

A cadela ganhou as manchetes em 2016, quando liderou seus colegas de profissão a um contêiner de bananas que secretamente guardava quase três toneladas de cocaína. Em maio de 2018, descobriu mais de uma tonelada de cocaína que seria despachada para a Bélgica e, três meses depois, outras 5,3 toneladas que sairiam do país.

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