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Conheça a lista de conteúdos proibidos na Netflix no mundo

Não é de hoje que a Netflix conquista a inimizade de governos, religiões ou de quaisquer grupos étnicos. As obras polêmicas da plataforma ajudam a alavancar a marca no mercado por conta do foco de discussões.

Enquanto no Brasil algumas obras já foram pedidas por parlamentares para serem censuradas, mas sempre com pedidos negados, em outros países do mundo, a Netflix não teve tanta sorte.

Uma declaração sobre o relatório da Netflix diz: “Oferecemos aos criadores a capacidade de alcançar públicos-alvo em todo o mundo. Em alguns casos, também fomos forçados a remover títulos ou episódios específicos em países específicos devido a demandas de remoção do governo”.

De longe, o país mais restritivo da Netflix nos últimos cinco anos foi Cingapura, que proibiu que cinco projetos estivessem disponíveis na plataforma de streaming no país.

Confira a lista das polêmicas obras abaixo:

2020: Especial de Natal: Se Beber, Não Ceie, um especial original Netflix da Porta dos Fundos, no qual os discípulos de Jesus acordam depois de uma festa da Última Ceia, foi removido em Cingapura após uma demanda por escrito da Autoridade de Desenvolvimento de Mídia de Infocomm de Singapura (IMDA)

2019: Um episódio do Patriot Act with Hasan Minhaj, foi removido na Arábia Saudita após uma demanda por escrito da Comissão Saudita de Comunicação e Tecnologia da Informação

2019: A Última Tentação de Cristo, proibido em Cingapura, removido do país após demanda por escrito da IMDA

2018: Cooking on High, The Legend of 420 e Disjointed foram removidos de Cingapura após demanda do IMDA

2017: Nascido Para Matar removido no Vietnã após uma solicitação por escrito da Autoridade Vietnamita de Transmissão e Informações Eletrônicas (ABEI)

2017: Noite dos Mortos-Vivos, proibido na Alemanha, removido do país após uma solicitação por escrito da Comissão Alemã de Proteção à Juventude (KJM)

2015: The Bridge, um documentário sobre tentativas de suicídio na Ponte Golden Gate de São Francisco, classificado como “censurável” na Nova Zelândia, removido do país após uma solicitação por escrito do Corpo de Rotulagem de Vídeo da Nova Zelândia.

As obras listadas estão disponíveis na versão brasileira da plataforma.

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Publicado por Matheus Fragata

Editor-geral do Bastidores, formado em Cinema seguindo o sonho de me tornar Diretor de Fotografia. Sou apaixonado por filmes desde que nasci, além de ser fã inveterado do cinema silencioso e do grande mestre Hitchcock. Acredito no cinema contemporâneo, tenho fé em remakes e reboots, aposto em David Fincher e me divirto com as bobagens hollywoodianas.

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