Livre de fazer julgamentos do gosto musical de cada um, trazemos essa história que tem uma conexão inusitada com Maluma e o gênero musical Reggaeton.  Um ex-oficial mexicano, através de seu advogado, revela que foi obrigado a ouvir às músicas de Maluma por dez dias seguidos em um volume altíssimo. 

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O homem chamado Gilberto Aguirre Garza, ex-diretor do escritório do promotor geral do estado mexicano de Veracruz, foi preso em abril sob a acusação de ter permitido a alteração das evidências de um caso envolvendo uma cova coletiva com treze corpos amontoados. Na acusação, dizem que Garza orientou que seu pessoal somente encontrasse apenas seis dos corpos – uma acusação que ele sempre negou. 

Ainda assim, Garza foi preso e submetido à torturas musicais para confessar o crime e denunciar os indivíduos que o ajudaram. A denúncia da tortura veio do advogado de Garza, Reyes Peralta, que é o presidente nacional da Associação de Advogados Criminais de Veracruz. Além de falar sobre Maluma e dos dez dias seguidos, a música finalmente parou apenas as quatro da madrugada. 

Os guardas ainda ameaçaram ligar o som de novo caso ele não assinasse a confissão do crime. O método é ainda mais cruel quando Reyes revela que Garza adorava música clássica e se divertia tocando piano em sua casa.

O advogado ainda apresentará toda a papelada na corte, mas já fez uma denúncia formal sobre a tortura musical. Ele também pretende levar o caso para Comissão Nacional de Direitos Humanos assim como na Comissão Intra-Americana de Direitos Humanos em Washington. 

A denúncia foi publicada no portal Infobae.

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