em , ,

Grupo Chesperito, dono dos direitos autorais de ‘Chaves’, desaprova paródia do programa ‘Tá no Ar’

Há aproximadamente uma semana, o programa Tá no Ar, da Rede Globo, realizou em uma de suas esquetes tradicionais uma paródia com Jair Messias Bolsonaro, presidente do Brasil. Mas parece que a paródia não agradou a todos, inclusive os responsáveis pela série que deu origem à esquete, Chaves.

Na cena, o conhecido cortiço que leva o nome do próprio seriado transformou-se em uma vila militar e Marcel Adnet deu vida a Bolsonaro, dizendo “Eu sou o novo dono dessa vila, Jair. Depois de anos de incompetência e má administração, eu vim resolver essa ‘cuestão'”.

Além disso, o personagem encarnado por Adnet também chamou o Seu Madruga de vagabunda e claramente fez inúmeras apologias aos vícios linguísticos e gestuais do presidente.

Entretanto, o Grupo Chespirito, que em colaboração com a Televisa detém os direitos da série de comédia, declarou em uma publicação oficial que “não nos associamos a qualquer opinião e conceito geral e político expressado pelos atores caracterizados como os personagens de Chaves“. Na postagem, o grupo também falou que respeita as correntes de pensamento e a liberdade de expressão.

Confira:

Vale lembrar que Tá no Ar já realizou inúmeras esquetes parodiando figuras políticas, incluindo Dilma Roussef Michel Temer.

O que você achou desta publicação?

Publicado por Thiago Nolla

Thiago Nolla faz um pouco de tudo: é ator, escritor, dançarino e faz audiovisual por ter uma paixão indescritível pela arte. É um inveterado fã de contos de fadas e histórias de suspense e tem como maiores inspirações a estética expressionista de Fritz Lang e a narrativa dinâmica de Aaron Sorkin. Um de seus maiores sonhos é interpretar o Gênio da Lâmpada de Aladdin no musical da Broadway.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Fábio Assunção irá doar lucro da música que leva seu nome para instituições da caridade

Star Wars: Os Últimos Jedi | Fã-clube reedita o filme cortando ‘cenas desnecessárias’