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Japão inicia primeira transmissão em 8K na História com 2001: Uma Odisseia no Espaço

Há alguns anos que o Japão e diversas marcar de tecnologia planejam a primeira transmissão de conteúdo na resolução em 8K. Hoje, finalmente isso virou realidade.

Mesmo com uma parcela muito pequena da população já munida com as muito caras tvs de 8K que custam por volta de seis mil dólares, o Japão transmitiu conteúdo com sucesso na resolução e também com áudio de 22 canais através da NHK.

Quem se preparou para ver o evento histórico teve que comprar um receptor especial e utilizar 4 cabos HDMI de alta velocidade para que a TV conseguisse processar a informação digital. Na programação, foi exibida uma versão especial de 2001: Uma Odisseia no Espaço, clássico de Stanley Kubrick, que foi restaurado direto do negativo de 70mm para essa ocasião especial.

Embora o Japão esteja obstinado em sua cruzada para conquistar o 8K até as Olimpíadas de Tóquio, não será nada em breve que essa tecnologia realmente valha a pena para o consumidor final.

Isso ocorre por conta do material nativo na resolução ser extremamente escasso, além da indústria ainda encontrar muita dificuldade para atualizar todo o poderio tecnológico capaz de conseguir manejar apropriadamente os arquivos em 4K e HDR. Com tecnologias já excelentes que valorizam o 4K a partir do material OLED da LG, é um desafio gigantesco tornar essas tv de resolução titânica em uma tendência de mercado.

É preciso sentar muito próximo do televisor para conseguir distinguir a diferença de resolução e, por momento, as 8K realmente só conseguem oferecer o pulo de resolução contra as tvs 4K atuais. Mesmo para a escolha de mercado gamer, não vale a pena por conta da impossibilidade de processar gráficos na resolução e também pela taxa de atualização de frames que esses televisores devem receber nos primeiros modelos.

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Publicado por Matheus Fragata

Editor-geral do Bastidores, formado em Cinema seguindo o sonho de me tornar Diretor de Fotografia. Sou apaixonado por filmes desde que nasci, além de ser fã inveterado do cinema silencioso e do grande mestre Hitchcock. Acredito no cinema contemporâneo, tenho fé em remakes e reboots, aposto em David Fincher e me divirto com as bobagens hollywoodianas.

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