Talvez seja desnecessário explicar uma definição para o que são as versões estendidas ou de diretor que geralmente são vistas sendo lançadas um tempo após o filme ter tido o seu lançamento no cinema, ainda mais em uma era em que vivemos onde fãs disputam sobre a qualidade de versões estendidas de filmes como O Senhor dos Anéis ou Batman vs Superman, as vezes ao nível do ridículo e que deixa em questionamento sobre a real necessidade dessas versões alternativas, se devem ser contadas como os verdadeiros filmes ou apenas o que foi lançado nos cinemas que deve ser contado como a “única” e “verdadeira” versão do filme.

Porque se de um lado você vê cenas alternativas cuja as adições de cenas extras parecem tão supérfluas e que apenas servem para encher linguiça. Vide exemplos como a versão estendida de Esquadrão Suicida que não traz nada mais além do que apenas mais mediocridade à um filme já ruim. Ou a versão Super Duper Cut de Deadpool 2 cuja as boas adições não mudam em nada um filme que já é bom por si só. Mas por outro lado, também há uma razão especial pelo qual diretores ou envolvidos ao filme tentem trazer um novo tipo de versão ao trabalho realizado. Que originalmente sofreu de interferências de produtores executivos e chefões de estúdios que cortam o filme originalmente planejado, para diminuir a duração ou deixar mais acessível para o público.

Eis que chegam as versões aqui presentes nessas listas. Versões que provam que o diretor realmente sabia o que estava fazendo e que o estúdio teria feito melhor ficando quieto e acreditado na visão de seus criadores. E com essas versões temos algo que se aproxima de mostrar ao público a verdadeira visão do diretor do filme, elevando o original a novos patamares de qualidade, recebendo um novo sopro de vida e que merecem ser todas conferidas.

Onde colocamos nos subtítulos a duração original ao lado da nova duração que suas novas versões trouxeram para verem como as vezes maior pode mesmo ser melhor .

Demolidor, o Homem sem Medo (Versão do Diretor) 103 min – 133 min

Quando você pensa em filmes subestimados, com certeza ninguém pensaria na versão do Demolidor de Ben Affleck, um inegável desastre em forma de um filme. Mas quem diria que a versão do diretor de Mark Steven Johnson mais tarde lançada poderia mesmo salvar algo de bom que poderia haver dentro do filme. Algo bem possível pelo visto já que a versão que tivemos aqui trazia um filme bem melhor polido e coeso em um ritmo que não parece o mesmo de videoclip da versão de cinema, e que realmente busca trazer profundidade e uma camada extra aos seus personagens e história no que antes era um filme vazio e obsoleto. O melhor exemplo disso está no desenvolvimento de personagem do Matt Murdock de Affleck que se antes era um manequim vazio, aqui se torna um personagem crível e com uma narrativa convincente. Isso sem falar das cenas de ação bem melhor aprimoradas, e que mostram o grande crime que os estúdios fizeram contra o filme de Johnson. Mesmo que sua versão esteja longe do nível em que a série do personagem na Netflix, mas está anos luz que a atrocidade lançada nos cinemas e que com certeza merece uma chance.

Quase Famosos (The Bootleg Cut) 122 min – 162 min

Melhorar um filme que já é extremamente bom, parece uma idéia ridícula e necessária, mas após de assistir a versão do diretor Cameron Crowe apelidada de Bootleg Cut, com certeza a versão original começa a se sentir um tanto inacabada depois de assistir a longa e realmente melhor versão de 164 minutos. Nada de significativo é realmente mudado, apenas consegue ser bem melhor aprofundado dentro das relações dos personagens que formam a banda. Onde o filme passa muito mais tempo nos vaivéms do grupo ao mesmo tempo que denota muito da alegria absoluta que a música traz para as pessoas que tanto as amam. Alguns destaques extras ficam por exemplo para a bela cena que permite que a personagem de Penny alguns preciosos segundos extras para absorver o concerto de rock ao som de ‘The Wind’ de Cat Stevens em uma das melhores cenas do filme. E outra grande cena que infelizmente não foi para a versão dos cinemas devido à direitos musicais, foi a bela homenagem que Crowe faz a ‘Stairway to Heaven’ de Led Zeppelin. Em outras palavras, é o mesmo grande filme só que muito melhor nessa versão!

A Marca da Maldade (Versão Restaurada) 95 min – 111 min

Poderíamos passar horas falando dos filmes de Welles que tiveram seus cortes finais prejudicados pela interferência dos estúdios, mas houve uma esperança para o seu grandioso A Marca da Maldade depois tanto tempo após ter sido completamente alterado em seu lançamento em 1958. Com cenas removidas e ou substituidas por outras filmadas por outro diretor. Mas eis que na década passada quando o lendário editor Walter Murch veio a usar um memorando de anotações do próprio Orson Welles que detalhava todas alterações que resultariam na versão que ele originalmente queria para o filme. Resultando não só em um filme extraordinário e que apagou completamente da memória a versão fajuta lançada pelos estúdios em 1958. Adicionando todo o material filmado por Welles e retirando todos os letreiros de créditos iniciais durante o primoroso e já lendário plano sequência que dá início ao filme. Escuso dizer de que essa é sem dúvidas a versão definitiva de uma das grandes obras de Welles.

Watchmen (Versão do Diretor) 162 min – 186 min

Mesmo que, discutivelmente, a versão de Zack Snyder para a primorosa obra de Michael Moore conseguiu ser adaptação surpreendentemente bem fiel ao espírito das HQs e se intensificar no seu tom sombrio e brutalidade, ainda não conseguiu ser um filme que agradasse à todos. Talvez lançado fora de sua época ou ousado em suas pretensões bem a frente do seu tempo, até antes de sua fase na DC você viu a visão de Snyder retalhada no lançamento. Mas mesmo que a versão do diretor mais tarde lançada não modifique tanto o filme, ele adiciona sim algumas novas cenas para fazer os fãs se desgutarem de uma adaptação integral da obra de Moore com a visão de Snyder, e por ventura uma a experiência bem mais agradável e até coesa, com cenas novas como por exemplo o trágico destino do velho Night Owl, o que insista uma atitude mais violenta do jovem Owl. Ou seja, não é um filme diferente mas com certeza uma grande melhoria em um já muito decente filme.

Léon: O Profissional (Versão sem cortes/Internacional) 110 min – 136 min

Talvez esse pequeno clássico de Luc Besson tenha sido um pouco ousado demais para o público americano em sua época, onde seus distribuidores locais preferiram uma versão mais curta e focada no filme de ação e thriller que é em parte, e deixando muito do belo drama que é criado entre sua dupla de protagonistas Léon e Mathilda de lado, adicionando algumas das ousadas linhas originais de Besson que sugeriam um possível amor romântico entre Léon e Matilda, mas nunca de forma sexual e sim revelando uma inocência e pureza presente na personalidade de Léon. Ainda bem que a versão internacional (ou melhor, original) do filme foi logo disponibilizada em home video e todos puderam ter a chance de ver Léon do jeito que deveria ser visto!

Waterworld: O Segredo das Águas (Director’s Cut) 135 min – 176 min

Quando se é possível salvar um enorme desastre como Waterworld foi, é capaz de começar a se acreditar em milagres. Pois depois de todo um histórico de produção cabuloso com custos de produção absurdos, inimizades sendo criadas nos bastidores entre o diretor Kevin Reynolds e o ator Kevin Costner, e o falhanço financeiro que foi em seu lançamento; tudo apontou por muito tempo contra Waterworld e suas ambições de ser o Mad Max dos mares. Mas em meio seu desastre de público e crítica, houve quem disse que, embora o Waterworld fosse realmente uma bagunça, era possível sim ter um bom filme de ação e aventura em um mundo cheio de criatividade que poderia estar escondido em algum lugar. O diretor teve essa mesma idéia, e a versão estendida de quase três horas foi lançada, tornando em um filme muito superior do o que houvera originalmente. Melhores takes de cenas e mais humor são adicionados como resultado, e enquanto o filme ainda não é uma obra-prima, é sem dúvidas oceanos melhor do que a versão lançada nos cinemas.

Batman vs Superman: A Origem da Justiça (Ultimate Edition) 151 min – 183 min

Se anteriormente Zack Snyder já havia tido ótimas partes de Watchmen cortadas fora de um filme que ainda conseguiu ser um resultado positivo na sua versão lançada no cinema, mas foi com Batman vs Superman onde ele levou a maior facada de todas, com seu filme sendo forçado a passar por sérios cortes na versão de três horas que Snyder queria ter lançado originalmente. O resultado tão divisivo e polêmico que se comenta até hoje do filme fala por si só, vários furos de trama, montagem muito problemática e desenvolvimento de personagens quase que completamente atrapalhado. E mesmo que a versão Ultimate lançada mais tarde ainda não tenha agradado à todos, admitiu-se pela maioria que tínhamos uma versão muito mais decente e coesa do filme de Snyder aqui. Desde um toque bem mais sombrio e violento do que já havíamos visto, um enfoque bem interessante no papel da mídia que muito remete ao toque cínico dos quadrinhos de Frank Miller, e claro seus dois protagonistas título muito melhor explorados. Pro mal ou pro bem, essa sim foi a versão original e que deve ser julgada de Batman vs Superman.

Tróia (Director’s Cut) 163 min – 196 min

Vendo um resultado tão indiferente que a versão de Wolfang Petersen para a Ilíada de Homero despertou em ambos público e crítica, então que diferença uma versão estendida poderia trazer para Tróia? Bastante até, ainda mais tendo em conta que só meia hora extra fora adicionada mas uma meia hora que fez toda a diferença. Mas a versão estendida de Petersen mostrou consertar a maioria de todos esses problemas, preenchendo lacunas da trama e fazendo com que a narrativa fluísse de forma mais suave e finalmente mostrando desenvolvimento de personagens e emoções presentes na história. E, como resultado, o tempo de execução parece muito mais rápido, apesar do fato de que é mais longo e realmente parece mais um épico moderno, até dobrando os segundos nas cenas de batalha bem mais brutais e sangrentas nessa versão. Outro exemplo perfeito do que pode ser feito com a adição de algumas cenas e melhor edição, criando assim uma experiência narrativa muito mais satisfatória.

 

Aliens (Special Edition) 137 min – 154 min

Outro grande famoso por suas versões estendidas para seus filmes após lançamentos, o senhor James Cameron que adquiriu certa fama após trazer vários materiais extras para os seus filmes depois de já terem sido sucesso de público e crítica. Nada que realmente mudasse o resultado final mas que deram um gostinho bem à mais dos universos que criou, o que resultou nas ótimas versões estendidas para Avatar, Exterminador do Futuro 2 e O Abismo, mas nenhuma conseguiu tornar o que já era um excelente filme de ação e terror e transforma-lo em um épico de ação e terror como fez a versão especial de Aliens, não à toa é a favorita de Cameron. Não só adicionando uma dose extra de desenvolvimento dramático para os personagens, como revelando o que aconteceu com a família de Newt e o início da infestação na colônia de LV-426, e também revelando a existência da filha de Ripley que já havia falecido na época que Ripley fora encontrada, o que torna a relação de mãe e filha que se cria entre Ripley e Newt muito mais envolvente. E no departamento de ação e suspense tudo continua intacto, mas uma cena em especial que se revela sendo uma bela aula de suspense, quando os space marines montam armas sentinelas para evitar um ataque alienígena, e eles acompanham o grande número de balas das armas se esgotando rapidamente, revelando o extenso número de Xenomorfos se aproximando. Aliens já é excelente e essa deveria ser sua versão definitiva.

Agonia e Glória (Reconstructed) 113 min – 162 min

Infelizmente Samuel Fuller ainda não é um nome tão popularmente conhecido no meio do público de cinema, tão menos alguns dos grandes filmes em que realizou. Mas um deles que mais chegou perto de um mainstream foi a sua obra-prima Agonia e Glória, mas infelizmente não da forma que o diretor queria. Que insulto foi quando seu épico de guerra foi retalhado para 113 minutos de duração em seu lançamento em 1980. Mas que mais tarde conseguiu ter sua versão original resgatada pelo crítico e cineasta Richard Schickel que trabalhou seguindo todo o roteiro original de Fuller para recriar Agonia e Glória na sua versão Reconstructed – Reconstrução. Com 15 novas cenas e 23 estendidas resultando em 162 minutos de duração. Incluindo um pouso mais da batalha no Dia D (que claramente inspirou Steven Spielberg em O Resgate do Soldado Ryan, e a gigante batalha no Norte da África que sem dúvidas é um dos pontos altos da carreira de Fuller, sem falar de muito mais cenas de desenvolvimento de personagens entre os membros do esquadrão e do incrível personagem do Sargento de Lee Marvin. Mostrando o quanto a sua versão de cinema roubou de detalhes primorosos na história sobre a 1ª Divisão de Infantaria que Fuller queria contar e preservar da sua experiência pessoal na guerra. Mas que deu aqui aos fãs o seu filme profundamente pessoal que Fuller sempre quis que o mundo visse.

Superman II (Richard Donner Cut) 127 min – 116 min

Desde que Richard Donner fora demitido, na metade da produção de Superman II e substituído por Richard Lester, fãs por anos se perguntaram como seria a versão original que Donner queria para a continuação do clássico que ele ajudou à criar. Em 2006, obtivemos uma resposta com o lançamento de Superman II: The Richard Donner Cut, uma versão restaurada por Michael Thua, que estava seguindo as orientações de Donner e do escritor original Tom Mankiewicz, uma versão que finalmente trouxe à vida aos todas as ótimas cenas filmadas por Donner que foram jogadas fora, e adivinhem só? A versão de Donner não é apenas um filme muito superior, mas que merece ser considerada como a versão definitiva da grande continuação que Donner havia para o seu marcante clássico, e que os fãs tiveram que esperar tanto tempo para poder vê-la. Com a versão do diretor preenchendo muitos dos furos de roteiro e cenas sem nexo da versão de Lester, e o tom geral se mostra muito mais maduro, e que trazia algumas belas cenas extras nunca vistas antes com Jor El de Marlon Brando. Até pode parecer incompleta, mas ainda é uma ótima versão de um filme que combina com o tom, espírito e a mesma sensação mágica do primeiro filme.

Apocalypse Now (Redux) 147 min – 196 min

Outro caso onde considerar uma versão alternativa para o grande filme que já é por si só, parece completamente desnecessário. E põe grande nisso já que a versão original já paedags das duas horas e trinta minutos de uma descida ao verdadeiro sentido de inferno na guerra que a grande obra-prima de Francis Ford Coppola tão bem representa. Mas o diretor não parecia de todo satisfeito, o fazendo lançar duas décadas depois a versão Redux de Apocalypse Now que acrescentou valiosos 50 minutos minutos de cenas extras e estendidas. Incluindo mais tempo de desenvolvimento dos personagens dentro do barco e algumas atrocidades que eles estão para testemunhar, e se divertir um pouco com as coelhinhas da Playboy. Enquanto a cena que se passa durante a visita à plantação francesa pode recair um pouco no tédio, consegue ser interessante na forma como tenta retratar o pano de fundo histórico por trás da guerra que Coppola faz de forma bem sutil ao longo do filme. Alguns podem dizer que são adições que pouco fazem de diferença, enquanto outros a clamam como sendo a versão definitiva do épico aterrorizante de Coppola.

Blade Runner (The Final Cut) 116 min – 117 min

Se parássemos para contar todas as atribulações pelo qual Blade Runner de Ridley Scott sofreu durante sua produção e por anos à fio que resultou o filme em ter até mais de duas versões diferentes e especula-se que até chegaram a ter sete. Mas eis que Scott quis dar um ponto final à isso, dois para ser exato já que mesmo depois de haver feito sua versão do diretor em 1992, Scott retornou para a sala de edição em 2007 para realizar a já famosa “Final Cut”. Que não só reorganizava a estrutura da história, como também consertou as pequenas falhas técnicas, além de remover o horrível voice over e ainda pior, o ridículo final feliz, resultando no filme sombrio, filosófico neo-noir que Scott sempre quis e a definitiva versão de sua obra-prima.

Cruzada (Director’s Cut) 144 min – 190 min

Infelizmente, Blade Runner não foi a única vez em que Ridley Scott teve sua visão afetada pelo dedo de interferência dos estúdios, e Cruzada conseguiu talvez ser o filme mais ambicioso da carreira de Scott desde o próprio Blade Runner e uma grande vítima tanto quanto. Com o seu épico sobre as cruzadas repleto de idéias interessantíssimas sobre o real sentido do Reino dos Céus e o que originou a guerra pela fé entre nações, idéias cujo sua duração de pouco mais de duas horas e meia claramente não foi o bastante. Que resultou em um amontoado desconjuntado de boas idéias mas sem desenvolvimento ou personagens minimamente interessantes. Felizmente, a versão do diretor veio acrescentar 45 minutos preciosos de filmagem que nunca deveriam ter sido retiradas, tornando a história em um círculo completo, coeso e deveras complexo. Com as motivações do personagem, assim como os temas muito melhor explorados, especialmente o crescimento do personagem de Balian cuja jornada rumo à um líder e depois um humanista recebe o seu devido tratamento. Uma versão que sim mostra uma história muito mais coesa e que talvez seja o seu melhor épico que Scott realizou em sua carreira, sim até melhor que Gladiador!

Era uma Vez na América (Versão Estendida) 229 min – 250 min

Nenhum filme merecia sofrer mais do que o Era uma vez na América de Sergio Leone sofreu por anos. Depois que o seu épico conto dos bandidos judeus durante a era da proibição estreou no Festival de Cannes com um corte de quase quatro horas e meia de filmagens recebido com uma ovação. Mas quando o filme teve seu lançamento nos EUA, o maior crime aconteceu com a versão americana reduzindo o épico de Leone para meros 139 minutos, removendo momentos chaves da trama e pior de tudo, edita toda a narrativa elíptica para que o filme corra em ordem cronológica, resultando em uma versão que traía tudo que o filme Leone era. Mas anos depois, com a ajuda da fundação de Martin Scorsese, muito dos materiais filmados por Leone foram recuperados e reunidos ao longo dos anos, o bastante para realizar a versão mais famosa de três horas de duração que foi exibida nas TVs americanas e mais tarde lançada internacionalmente. E mais tarde a versão estendida de quatro horas de duração que foi a que mais se aproximou da visão original de Leone, e que hoje é aclamada como um dos melhores filmes já feitos.

Trilogia Senhor dos Anéis (As Versões Estendidas) 178 min; 179 min; 201 min – 228 min; 235 min; 263 min

PeterJackson sempre disse que fez as “edições estendidas” para os fãs. Onde mesmo que as versões de cinema tenham conseguido toda a aclamação crítica e o enorme sucesso financeiro, as versões estendidas vieram como um presente, tanto para os fãs que amavam os filmes quanto para os fãs de Tolkien. E os três filmes mostraram ter uma quantidade substancial de cenas adicionadas, o bastante para literalmente triplicar a duração de toda a trilogia reunida que já passava das nove horas de duração, e nas versões estendidas temos mais de doze. Algumas das melhores cenas que foram adicionadas incluem a cena em A Sociedade do Anel onde Galadriel dá um presente especial a cada membro da Sociedade para ajudá-los em sua missão, a morte de Saruman e a cena com a boca e dentes de Sauron no final de O Retorno do Rei quando o exército chega ao Portão Negro, entre outros ótimas, incluindo muitos mais excelentes segundos em todas as cenas de batalha na trilogia. Mas como é o caso de muitas das versões dessa lista, essas versões estendidas podem não fazer diferença nenhuma para alguns, mas várias das adições são tão irresistíveis que é impossível voltar para as versões originais depois de passar tantos preciosos e longos minutos na terra média de Peter Jackson.

Concordaram com as colocações? Ou acham que deixamos alguma versão alternativa de algum filme deixada de fora?