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Lista | Ranking dos filmes de James Gray

Com a recente e infelizmente despercebida estréia do EXCELENTE Z: A Cidade Perdida, tínhamos que homenagear de alguma forma o grande e subestimadíssimo cineasta que é James Gray. Que vem trabalhando desde os finais dos anos 90 até hoje com pouco reconhecimento público e critico de seu trabalho, mas que já conquistou sua base de fãs cinéfilos que sempre anseiam por um novo filme seu, já o aclamando como um dos maiores (ou o maior) cineasta americano trabalhando hoje!

Poucos filmes deveras, mas já o suficientes para deixar um gostinho de sua marca cinematográfica tão classicista, refinada e excelente por demais!

6. Caminho Sem Volta (2000)

Um de seus mais infelizmente esquecidos, e talvez longe de ser seu melhor, mas Caminho Sem Volta se beneficia por ser uma “suposta” história de crime com uma forte atenção ao drama e o embate moral de seus ricos personagens, conseguindo contar com ÓTIMAS performances de suas estrelas principais Mark WalhbergJoaquim Phoenix, Charlize Theron e James Cann!

5. Fuga Para Odessa (1994)

Considerado por muitos seu melhor filme, Fuga de Odessa mostra Gray já em seu primeiro filme brincando com suas ricas influências de cineastas como Martin Scorsese e Francis Ford Coppola ao remodelar o drama de crime violento com uma dinâmica familiar e um teor filosófico digno de uma obra Dostoievskiana, onde a moral humana é o alvo de uma tortura interna psicológica, refletida em EXCELENTES performances de um jovem Edward Furlong e um sempre ilustre Tim Roth

4. Era Uma Vez em Nova York (2013)

Outro de seus muito amados pelos fãs e um dos primeiros a ser apreciado pelo meio crítico, Gray parece mesmo voltar no tempo aqui e realiza um retrato tão trágico e decadente de uma época de injustiças. E no meio disso ressuscita de forma brilhante o melodrama psicológico de cineastas como Douglas Sirk e bebendo fortemente do estilo de fotografia esfumaçada quase documental de filmes como Poderoso Chefão: Parte 2, realizando esse quase perfeito drama trágico onde a moral e o senso se bondade são completamente deturpados e facilmente corruptíveis! E de bônus tem talvez a melhor performance de Joaquin Phoenix em um filme da parceria de ambos, em um de seus mais ricos e complexos personagens, ao lado de uma sempre fabulosa Marion Cottilard!

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3. Os Donos da Noite (2007)

Criminalmente injustiçado pela crítica, o já terceiro filme de Gray consegue ser um dos mais complexos e duros dramas policiais da década. Isso se deve tanto ao elenco exemplar com um trabalho exemplar, tanto quanto a direção tão meditativa e poética de Gray com ele já mostrando ser muito mais do que um mero cineasta americano e sim recheado de sutilezas dramáticas e contemplativas dignas de um drama Europeu.

2. Z: A Cidade Perdida (2017)

Sem sombras de dúvidas seu filme mais épico e que se define exatamente por essa palavra ÉPICO. Gray recebe a chance de aqui de resgatar os clássicos filmes de aventura e exploração com uma aura meditativa e contemplativa, com o senso do homem vs natureza digna de um filme de Werner Herzog, carregado de uma profunda história existencialista carregado de emoções pela ótima performance de um surpreendente Charlie Hunnam.

1. Amantes (2009)

Uma faca profunda nas emoções. A adaptação indireta de Noites Brancas de Dostoiévski e talvez a mais perfeita tradução trágica e romântica do mesmo. Talvez o filme mais simples e pequeno de Gray, e daí exatamente vem sua grandeza em conseguir mexer com as mais profundas emoções. Onde muitas vezes lidou com a moral e ética, aqui lida com o sentimento do amor de forma tão pura e igualmente dolorosa e absolutamente artística. Uma obra a ser melhor conhecida e reconhecida como merece!

O que acham do James Gray? Colocamos seus filmes na ordem errada? Não deixem de comentar sua opinião sobre este grande diretor!

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Publicado por Raphael Klopper

Estudante de Jornalismo e amante de filmes desde o berço, que evoluiu ao longo dos anos para ser também um possível nerd amante de quadrinhos, games, livros, de todos os gêneros e tipos possíveis. E devido a isso, não tem um gosto particular, apenas busca apreciar todas as grandes qualidades que as obras que tanto admira.

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