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Oscar 2018 | Lista de pré-seleção para Melhor Filme Estrangeiro é divulgada

Com a corrida pelo Oscar já se iniciando mais uma vez, a lista de pré-selecionados para comporem a categoria de Melhor Filme Estrangeiro foi divulgada hoje mesmo, 05. Bingo – O Rei das Manhãs, estrelando Vladimir BrichtaLeandra Leal, foi o escolhido para representar o Brasil no cenário cinematográfico norte-americano – e fontes indicam que ele tem grandes chances de entrar para os cinco concorrentes finalistas.

Pela primeira vez em noventa edições, a Academia recebeu mais de noventa inscrições – 92, para ser mais exato. Países como Moçambique e Haiti estão lutando pela vaga pela primeira vez. A lista final dos indicados será divulgada apenas no dia 23 de janeiro.

Confira os pré-selecionados abaixo:

Afeganistão: A Letter to the President, de Roya Sadat
Albânia: Daybreak, de Gentian Koçi
Algéria: Road to Istanbul, de Rachid Bouchareb
Argentina: Zama, de Lucrecia Martel
Armênia: Yeva, de Anahit Abad
Austrália: The Space Between, de Ruth Borgobello
Áustria: Happy End, de Michael Haneke
Azerbaijão: Pomegranate Orchard, de Ilgar Najaf
Bangladesh: The Cage, de Akram Khan
Bélgica: Racer and the Jailbird, de Michaël R. Roskam
Bolívia: Dark Skull, de Kiro Russo
Bósnia e Herzegovina: Men Don’t Cry, de Alen Drljević
Brasil: Bingo – O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende
Bulgária: Glory, de Petar Valchanov & Kristina Grozeva
Camboja: First They Killed My Father, de Angelina Jolie
Canadá: Hochelaga, Land of Souls, de François Girard
Chile: A Fantastic Woman, de Sebastián Lelio
China: Wolf Warrior 2, de Wu Jing
Colombia: Guilty Men, de Iván D. Gaona
Costa Rica: The Sound of Things, de Ariel Escalante
Croácia: Quit Staring at My Plate, de Hana Jušić
República Tcheca: Ice Mother, de Bohdan Sláma
Dinamarca: You Disappear, de Peter Schønau Fog
República Dominicana: Woodpeckers, de Jose Maria Cabral
Equador: Alba, de Ana Cristina Barragán
Egito: Sheikh Jackson, de Amr Salama
Estônia: November, de Rainer Sarnet
Filipinas: Birdshot, de Mikhail Red
Finlândia: Tom of Finland, de Dome Karukoski
França: BPM (Beats Per Minute), de Robin Campillo
Georgia: Scary Mother, de Ana Urushadze
Alemanha: In the Fade, de Fatih Akin
Grécia: Amerika Square, de Yannis Sakaridis
Haiti: Ayiti Mon Amour, de Guetty Felin
Honduras: Morazán, de Hispano Durón
Hong Kong: Mad World, de Wong Chun
Hungria: On Body and Soul, de Ildikó Enyedi
Islândia: Under the Tree, de Hafsteinn Gunnar Sigurðsson
Índia: Newton, de Amit V Masurkar
Indonésia: Turah, de Wicaksono Wisnu Legowo
Irã: Breath, de Narges Abyar
Iraque: Reseba – The Dark Wind, de Hussein Hassan
Irlanda: Song of Granite, de Pat Collins
Israel: Foxtrot, de Samuel Maoz
Itália: A Ciambra, de Jonas Carpignano
Japão: Her Love Boils Bathwater, de Ryota Nakano
Cazaquistão: The Road to Mother, de Akhan Satayev
Quênia: Kati Kati, de Mbithi Masya
Kosovo: Unwanted, de Edon Rizvanolli
Quirquistão: Centaur, de Aktan Arym Kubat
Laos: Dearest Sister, de Mattie Do
Letônia: The Chronicles of Melanie, de Viestur Kairish
Líbano: The Insult, de Ziad Doueiri
Lituânia: Frost, de Sharunas Bartas
Luxemburgo: Barrage, de Laura Schroeder
México: Tempestad, de Tatiana Huezo
Mongólia: The Children of Genghis, de Zolbayar Dorj
Marrocos: Razzia, de Nabil Ayouch
Moçambique: The Train of Salt and Sugar, de Licinio Azevedo
Nepal: White Sun, de Deepak Rauniyar
Holanda: Layla M., de Mijke de Jong
Nova Zelândia: One Thousand Ropes, de Tusi Tamasese
Noruega: Thelma, de Joachim Trier
Paquistão: Saawan, de Farhan Alam
Palestina: Wajib, de Annemarie Jacir
Panamá: Beyond Brotherhood, de Arianne Benedetti
Paraguai: Los Buscadores, de Juan Carlos Maneglia & Tana Schembori
Peru: Rosa Chumbe, de Jonatan Relayze
Polônia: Spoor, de Agnieszka Holland & Kasia Adamik
Portugal: Saint George, de Marco Martins
Romênia: Fixeur, de Adrian Sitaru
Rússia: Loveless, de Andrey Zvyagintsev
Senegal: Félicité, de Alain Gomis
Sérvia: Requiem for Mrs. J., de Bojan Vuletic
Cingapura: Pop Aye, de Kirsten Tan
Eslováquia: The Line, de Peter Bebjak
Eslovênia: The Miner, de Hanna A. W. Slak
África do Sul: The Wound, de John Trengove
Coreia do Sul: A Taxi Driver, de Jang Hoon
Espanha: Summer 1993, de Carla Simón
Suécia: The Square, de Ruben Östlund
Suíça: The Divine Order, de Petra Volpe
Síria: Little Gandhi, de Sam Kadi
Taiwan: Small Talk, de Hui-Chen Huang
Tailândia: By the Time It Gets Dark, de Anocha Suwichakornpong
Tunísia: The Last of Us, de Ala Eddine Slim
Turquia: Ayla: The Daughter of War, de Can Ulkay
Ucrânia: Black Level, de Valentyn Vasyanovych
Reino Unido: My Pure Land, de Sarmad Masud
Uruguai: Another Story of the World, de Guillermo Casanova
Venezuela: El Inca, de Ignacio Castillo Cottin
Vietnã: Father and Son, de Luong Dinh Dung

Confira nossa crítica de Bingo – O Rei das Manhãs.

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Publicado por Thiago Nolla

Thiago Nolla faz um pouco de tudo: é ator, escritor, dançarino e faz audiovisual por ter uma paixão indescritível pela arte. É um inveterado fã de contos de fadas e histórias de suspense e tem como maiores inspirações a estética expressionista de Fritz Lang e a narrativa dinâmica de Aaron Sorkin. Um de seus maiores sonhos é interpretar o Gênio da Lâmpada de Aladdin no musical da Broadway.

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