Recentemente vimos muitas polêmicas levantadas envolvendo fãs tóxicos, sejam de Star Wars, filmes de super-heróis e mais. A realidade é que isso sempre existiu – amplificado, claro, pela internet – mas sempre os “fãs chatos” estiveram lá.

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O grande problema é que recentemente os diretores, produtores e atores claramente mostram não estarem preparados para lidar com a toxicidade de certos fãs, chegando a realizar comentários não recomendáveis (mesmo que justificáveis) de um ponto de vista de relações públicas – afinal, estamos falando de uma relação de consumidor e fornecedor. Obviamente não defendo atitudes racistas, misóginas ou algo assim, mas é preciso diplomacia ao se lidar com o cliente, por mais que ele seja um completo imbecil. Aliás, boas relações públicas podem até desarmar o lado tóxico de algumas pessoas, ao invés de alimentar o fogo.

Simon Pegg parece entender isso, como deixou claro em sua entrevista ao CBM:

“Eu nunca passei por isso com os fãs de Missão: Impossível e acho que é porque Missão: Impossível não tem esse tipo de comportamento em sua base de fãs. Não acho que quem gosta dos filmes se comporta da mesma forma que os fãs de filmes de super-herói ou de ficção científico. Talvez não seja uma franquia que seja suscetível a esse tipo de polarização.”

O ator de Missão: Impossível e Star Trek concluiu:

“Eu não acho que essas coisas são importantes, é só um trabalho que você torce para poder fazer novamente. Se preocupar com essas reações é um desperdício de tempo e de vida”.

Claramente algumas pessoas precisam seguir o exemplo de Pegg e deixar de responder trolls no Twitter ou outras redes sociais, o que só coloca mais lenha na fogueira e não resolve nada. O melhor, de fato, em muitos casos, é simplesmente ignorar.

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