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X-Men: Fênix Negra | Em cena exclusiva, Mística sugere que grupo deveria se chamar X-Women

Um novo capítulo polêmico atinge a franquia X-Men. Durante o painel da Fox na CCXP 2018 contando com a presença tanto de Jessica Chastain Sophie Turner, o público presente pode ver aproximadamente 15 minutos de X-Men: Fênix Negra

Em uma das cenas, Mística (Jennifer Lawrence) sugere que o grupo abandone o nome de X-Men para ser chamado de X-Women já que as mutantes geralmente sempre salvam o dia no final dos conflitos em clara alusão aos eventos do clímax de X-Men: Apocalipse

Confira a descrição da cena:

Tudo começa com um ônibus espacial viajando para o espaço, eis que logo corta para o centro de controles vendo alguma anormalidade e corta abruptamente para os X-Men sendo chamados para salvar a tripulação do espaço.

Aparecem os integrantes com o uniforme clássico: Mística, Jean Grey, Mercúrio, Cíclope, Fera e Noturno vão ao espaço encontrar a tripulação. Logo enxergam uma nuvem gigantesca de fogo e Mercúrio aparece em destaque correndo como se o tempo estivesse parado e salvando a tripulação. Jean Gray até então estava sem função, mas como a nuvem ia em direção deles acabou por tendo que ajudar com seus poderes telecinéticos.

Acontece que a força dessa anomalia acaba sendo mais forte que o comum e ela o absorve em uma cena espetacular quanto a efeitos visuais. Corta para eles retornando para a Terra e encontram com o Professor X que pergunta se Jean Grey está bem, que responde com um positivo. Conversa então em particular com a Mística em um argumento fraco para segurar a trama e em seguida, revoltada ela diz: são sempre as mulheres que salvam o mundo e que o grupo devia se chamar X-Women.”

X-Men: Fênix Negra lança no dia 6 de junho nos cinemas brasileiros. Os fãs presentes no painel aplaudiram de pé a declaração da personagem.

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Publicado por Matheus Fragata

Editor-geral do Bastidores, formado em Cinema seguindo o sonho de me tornar Diretor de Fotografia. Sou apaixonado por filmes desde que nasci, além de ser fã inveterado do cinema silencioso e do grande mestre Hitchcock. Acredito no cinema contemporâneo, tenho fé em remakes e reboots, aposto em David Fincher e me divirto com as bobagens hollywoodianas.

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