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Colegas de Michigan questionaram a sexualidade de Tom Brady na faculdade, diz biografia

Biografia de Lars Anderson diz que colegas de Michigan se perguntavam sobre a vida pessoal de Tom Brady, até um episódio no alojamento.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura

Na faculdade, Tom Brady era visto como um jogador sério e recluso, a ponto de alguns companheiros se perguntarem sobre a vida pessoal dele. É o que conta o jornalista Lars Anderson na biografia Brady: An American Story and the Price of Greatness, publicada pela Celadon Books e lançada nos Estados Unidos em 29 de setembro. O trecho foi divulgado pelo Daily Mail e repercutido por vários veículos.

Um quarterback pouco visto em encontros

Segundo Anderson, Brady raramente era visto com garotas em Michigan e preferia as luzes do estádio às noites de sexta-feira. O autor escreve que, por um breve período, alguns colegas de time questionaram a orientação sexual do quarterback.

Para o livro, esse rumor perdeu força depois de um episódio no alojamento West Quad. Um estudante que trabalhava no departamento de esportes teria ouvido barulhos vindos do quarto de Brady e contado a vários jogadores o que ouviu. A conclusão dele, segundo Anderson, foi que Brady “definitivamente gosta de garotas”. O relato vem de segunda mão, do estudante, e não foi confirmado por Brady.

O começo difícil em Michigan

Brady saiu de San Mateo, na Califórnia, para jogar nos Michigan Wolverines, onde ficou de 1995 a 1999. As primeiras temporadas foram discretas, e ele chegou a pensar em deixar o esporte. O técnico Lloyd Carr o convenceu a insistir, e Brady acabou se firmando como titular.

Do draft ao recorde de Super Bowls

Em 2000, o quarterback foi escolhido pelos New England Patriots no draft da NFL e começou ali uma carreira com sete títulos do Super Bowl, seis pelos Patriots e um pelo Tampa Bay Buccaneers. Depois ele teve relacionamentos longos com a atriz Bridget Moynahan e com a modelo brasileira Gisele Bündchen.

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