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Remake de ‘Assassin’s Creed Black Flag’ vaza no PEGI e anúncio no The Game Awards é iminente

Uma listagem para 'Assassin's Creed Black Flag Resynced' surgiu no site do PEGI com classificação 18, confirmando o remake do jogo

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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O aguardado remake de Assassin’s Creed Black Flag acaba de ser praticamente confirmado após uma listagem do jogo surgir no site oficial do PEGI (órgão de classificação indicativa europeu). O vazamento, que usa o título “Assassin’s Creed Black Flag Resynced”, aponta para um anúncio oficial na quinta-feira, durante o The Game Awards.

Embora a Ubisoft ainda não tenha se manifestado sobre a existência do projeto, a listagem do PEGI oferece detalhes cruciais, como a classificação indicativa PEGI 18 e tags que incluem violência, linguagem ofensiva e compras dentro do jogo. As plataformas de lançamento ainda não foram especificadas.

Rumores de dois anos

O vazamento do PEGI põe fim a cerca de dois anos de rumores e dicas sobre a nova versão do clássico de pirataria. Vários indícios já apontavam para o desenvolvimento:

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  • Ameaça legal: O ator Matt Ryan, que dubla o protagonista Edward Kenway, foi filmado em uma convenção dando a entender que o remake estava a caminho, antes de ser filmado novamente, dizendo que não poderia falar mais devido a ameaças de ação legal por parte da Ubisoft.
  • Fabricantes de estátuas: A Pure Arts, fabricante de estátuas, também deu a entender que o desenvolvimento estava em andamento, afirmando que lançaria uma nova figura de Edward Kenway que “refletiria isso de acordo”.
  • Executivos: O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, já havia prometido que a empresa revisitaria e modernizaria “alguns dos jogos que criamos no passado”.

Conteúdo adicional e mecânicas de RPG

Fontes não-oficiais já especulavam que o remake traria grandes mudanças no conteúdo e na jogabilidade.

Relatos indicam que partes das sequências do “tempo presente” do Black Flag original serão removidas, sendo substituídas por mais conteúdo focado na era da pirataria, totalizando cerca de quatro horas extras de jogo.

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Além disso, a jogabilidade deve incorporar mecânicas de RPG, mais próximas dos títulos mais recentes de Assassin’s Creed, especialmente nos sistemas de inventário, loot (saque) e estatísticas de armas.

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