Games

Criador de Assassin’s Creed revive 1666: Amsterdam após 12 anos: prólogo gratuito já está disponível

1666: Amsterdam é revelado no Summer Game Fest com acesso antecipado previsto para 2026 e prólogo gratuito já disponível no Steam

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
Publicidade

Patrice Désilets finalmente conseguiu trazer de volta o jogo que o perseguiu por mais de uma década. 1666: Amsterdam, o projeto cancelado em circunstâncias caóticas em 2014, foi revelado oficialmente durante o Summer Game Fest 2026 pela Panache Digital Games. O criador de Assassin’s Creed confirmou que o título vai entrar em Acesso Antecipado ainda este ano no PC, e um prólogo gratuito de 30 minutos já está disponível no Steam e na Epic Games Store.

A história do jogo é tão dramática quanto o próprio projeto. 1666: Amsterdam estava em desenvolvimento na THQ Montreal quando a editora faliu em 2014. A Ubisoft, ex-empregadora de Désilets, adquiriu o projeto em leilão e o cancelou. O designer entrou com uma ação judicial para recuperar os direitos e venceu, retomando o controle criativo do projeto que ele havia iniciado.

Seis anos de desenvolvimento discreto e um prólogo como aperitivo

Désilets não escondeu o peso emocional do momento. “Está demorando muito tempo para chegar, e não poderia estar mais orgulhoso da nossa equipe de quase 70 desenvolvedores talentosos em Montreal. Nos últimos seis anos, focamos em uma coisa acima de tudo: o jogo em si. Sem filmagens falsas, sem verticais slices, apenas uma experiência jogável evoluindo build após build, dia após dia”, disse o criador.

Publicidade

O prólogo gratuito disponível hoje foi descrito por Désilets como um “amuse-bouche antes de um jantar de nove pratos”, uma introdução ao mundo, aos personagens e às diferentes épocas da história.

Publicidade

Uma narrativa que atravessa três períodos históricos

1666: Amsterdam conta uma história que se desdobra em três épocas distintas: 1666, 1999 e o presente. A sinopse apresenta entidades chamadas Originais que vivem entre os humanos há séculos, detentoras de poder e tempo que usam sem restrições. Noa Brooklyn é introduzida como a Coletora, criada pelos Zaindaris para um propósito que ela não escolheu. Aaron é um personagem trazido de 1999 que passa a ver o mundo pelos olhos de um gato. A estrutura narrativa lembra a camada de presente e passado que Désilets explorou em Assassin’s Creed, mas com uma mitologia completamente original.

Publicidade
Compartilhar: Twitter Facebook WhatsApp