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Catálogo

Crítica | A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é animação de qualidade

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é uma boa animação e que serve como entretenimento para todos os públicos,

Gabriel Danius
Gabriel Danius Redação
5 de março de 2022 · 4 min de leitura
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Já virou quase que uma tradição as produções da Disney/Pixar dominarem grande parte do mercado de animação, com lançamentos impactantes e que hipnotizam o público logo que estreiam, se tornando sucessos retumbantes e recebendo várias premiações. Porém, estúdios como Illumination Entertainment (Meu Malvado Favorito) e DreamWorks Animation (Troll 2) não ficam para trás com seus lançamentos, o mesmo pode-se dizer da Sony Pictures Animation que sem muito alarde produziu o divertido A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas.

Lançado pela Netflix, o longa animado traz em sua trama a desestruturada família Mitchell, em que o pai Rick Mitchell tem problemas sérios não apenas com tecnologias digitais, mas também em se relacionar com sua filha Katie Mitchell, que conta os dias até poder se mudar e cursar a faculdade de cinema. Contudo, o roteiro coloca no caminho dos dois uma viagem maluca para que voltem a se comunicar como uma família e ocorre ainda uma mais ainda insana revolta de máquinas que coloca em perigo toda a humanidade.

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Mesmo tendo uma história comum sobre famílias americanas a trama se desenvolve bem, pois o grupo de roteiristas, liderado pelo diretor Michael Rianda, atua no sentido de primeiro mostrar como a família não vai indo bem, que cada um tem a sua personalidade, para depois colocá-los na estrada e os pôr a prova com o ataque repentino das máquinas. É quase que um clichê colocado no roteiro, mas que quase sempre funciona, pois o público quer ver justamente a família lutando lado a lado contra as forças do mal e voltando a se “conectar” entre si e com a realidade.

Essa conexão é justamente a mensagem que o roteiro quer passar, não apenas a de que estamos separados por meios digitais que criam uma barreira em nossa comunicação e nos deixam cada vez mais longe de nossas interações pessoais, mas também do jeito de que estamos nos conectando como humanos e estamos passando a esquecer nossas relações familiares.

Outra das grandes mensagens introduzidas envolve a vida digital, algo que é muito bem representado pelos personagens Mark – uma alusão inteligente a Mark Zuckerberg, o criador do Facebook – ao criar a inteligência artificial que sabota e controla os robôs, e por Katie, que vive plugada na internet. Mark ao criar essa inteligência artificial que rouba dados dos usuários, acaba alimentando a inteligência artificial e criando uma revolta das máquinas contra os humanos, nada mais que uma crítica contra o uso indevido de dados dos usuários por parte das empresas do Vale do Silício, algo do tipo pode ser visto recentemente na animação Ron Bugado, que tem um roteiro parecidíssimo com o desta animação. Já Katie é um retrato dos jovens que vivem suas vidas mais nos meios digitais e nas redes sociais que no mundo real.

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A ideia de trabalhar o conceito de como vivemos preocupados com o que as pessoas fazem nas redes sociais, se os vizinhos tem vidas perfeitas, se são melhores que a gente, o que estão fazendo no dia a dia, também é algo discutido e é um tema muito atual e que precisa ser levado a sério. A vilã que é representada pelo aplicativo PAL (amigos em inglês) é ótima e simboliza justamente a ideia de “amigos” superficiais que temos nas redes sociais e que não interagimos, além de retratar dos amigos que esquecemos no mundo real que estão ao nosso lado.

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A direção dupla de Michael Rianda e Jeff Rowe, com destaque principal para Rianda, funciona mesmo trabalhando com um tema já batido, o da família desestruturada e que dá a volta por cima para ajudar um ao outro. A qualidade da animação dos estúdios Sony é algo elogiável, ainda mais depois do que fizeram com qualidade em Homem-Aranha no Aranhaverso. Neste longa animado não é diferente ao utilizarem técnicas de animação mesclando 2D com 3D, não à toa foi indicado ao Oscar de Melhor Animação na premiação de 2022.

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é uma boa animação e que serve como entretenimento para todos os públicos, com um humor leve e divertido que prende a atenção do espectador desde o início, claro que não é aquele humor de rir sem parar, mas há boas tiradas e questões dramáticas de se fazer pensar e refletir. Sem dúvida um grande acerto da Netflix.

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A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas(The Mitchells vs the Machines, EUA – 2021)

Direção: Michael Rianda, Jeff Rowe
Roteiro: Michael Rianda, Jeff Rowe, Peter Szilagyi, Alex Hirsch
Elenco: Abbi Jacobson, Danny McBride, Maya Rudolph, Michael Rianda, Eric André, Olivia Colman, Conan O’Brien, John Legend, Chrissy Teigen
Gênero: Animação, Aventura, Comédia, Ficção Científica
Duração: 121 min

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Gabriel Danius
Escrito por

Gabriel Danius

Jornalista e cinéfilo de carteirinha amo nas horas vagas ler, jogar e assistir a jogos de futebol. Amo filmes que acrescentem algo de relevante e tragam uma mensagem interessante.

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