Últimas
Pai de Danton e Selton Mello morre aos 84 anosCall of Duty: Black Ops e Black Ops II chegam ao PS4 e PS5…Avowed 2 segue em desenvolvimento na Obsidian mesmo após cancelamentoRico Melquiades desiste da política e admite: ‘eu ia roubar tanto’Virginia Fonseca aparece no closet de Vini Jr. e reacende rumores de reatamentoGod of War: Laufey vai ter versão em disco e confirma janela de 2027Morre Jayden Adams, meio-campista da África do Sul na Copa do Mundo, aos 25…Laudo revela que Ece İrtem, de Coração de Mãe, morreu por intoxicação alcoólica
Bastidores®
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
Catálogo

Crítica | Mulher-Gato – Uma aberração que não funcionaria nem com nove vidas

O dia em que a mulher-gato se tornou Jack Sparrow

Gabriel Danius
Gabriel Danius Redação
12 de novembro de 2017 · 4 min de leitura
Crítica | Mulher-Gato – Uma aberração que não funcionaria nem com nove vidas

A cada ano pelo menos três ou dois filmes de super-heróis inspirados em personagens de histórias em quadrinhos estreiam nos cinemas. Isso não era tão comum no início dos anos 2000 em que produções desse estilo estavam começando a cair nas graças do público. Foi nessa época que a Warner lançou o longa da Mulher-Gato, personagem icônica e importante do universo da DC Comics. 

Provavelmente é um dos piores longas de super-heróis já feito e é uma das obras mais esquecíveis da DC nos cinemas. Uma tragédia do início ao fim, e os erros são tantos que é difícil encontrar algo de bom nele. É daqueles filmes que não deveriam nem ter sido lançados nas telonas.

Foi um grande erro a contratação de Pitof para dirigir uma produção de uma personagem tão importante dos quadrinhos. Pitof havia dirigido apenas um filme antes deste, que foi o regular Vidocq – O Mito. Portanto, não era nenhum estreante, mas claramente em Mulher-Gato mostrou não ter experiência suficiente, além de não ter consciência do que era a personagem nem o que significava a história de origem da personagem. 

Muitas de suas escolhas foram equivocadas. Desde a seleção do elenco e escolha dos papéis, passando pelo figurino carnavalesco de Halle Berry e finalizando com uma trama banal e hedionda. Os personagens são horríveis e parece terem saído de um filme B de ação. Isso tudo alinhado ao roteiro, no qual Pitof não teve participação direta.

Foram sete os roteiristas escolhidos para assinar a obra. Tanta gente junta nunca é um bom sinal, em qualquer tipo de produção audiovisual, e o resultado não poderia ser algo além de um longa pessimamente escrito. Sua história é patética, a começar pela natureza da personagem.

Uma mulher simples, ingênua e insossa. Sem motivo algum encontra um gato em sua janela e em um dia que fugia de capangas que queriam a matar acaba por quase morrer afogada e acorda em um lugar cheio de gatos. A partir deste encontro com os felinos se torna a Mulher-Gato. O porquê dela ter se tornado a heroína e de onde veio a força ou o poder para a tornar uma mulher diferente não dizem em primeiro momento. Depois aparece uma mulher contando que havia toda uma linhagem de felinos poderosos e de outras mulheres-gato pelo mundo e que ela era por natureza uma dessas mulheres. 

Leia também
Artigos

O Final de Blade Runner 2049 Explicado

→

A partir do momento em que se torna essa nova pessoa passa a se meter em situações no mínimo cômicas. Há uma em particular que é bastante ridícula, em que entra em um bar vestida de catwoman (nome da personagem em inglês) e pede leite. Uma cena que não causa reação alguma, está lá apenas por estar entre tantas outras que vão aparecendo durante todo o tempo. Outro momento tragicômico é quando rouba uma moto e simplesmente vai roubar uma joia, isso do nada sem explicação ou motivação aparente. 

Não apenas a personagem de Halle Berry é péssima. Todo o elenco secundário é fraco, incluindo Sharon Stone que segue o viés da vilã maldosa e sem escrúpulos. Sua personagem é fraca e sem ambição e sua interpretação assim como todo o resto é patética. Benjamin Bratt faz praticamente o mesmo papel já visto em outros filmes que atuou como policial, casos de Miss Simpatia e O Demolidor. 

Assim como sua personagem é péssima, Halle Berry se mostrou tão ruim quanto seu papel. Dois anos antes de estrelar esta produção ela recebia o Oscar de Melhor Atriz em A Última Ceia. Sua interpretação é constrangedora e risível, ora rebolando, ora tentando ser sedutora ou malvada. Tudo muito forçado. Faz caras e bocas desnecessárias, além de seus diálogos e jeito de se expressar e agir soarem falsos. 

Publicidade
Leia também
Famosos

Jornalista norueguesa relembra entrevista humilhante com Blake Lively: ‘foi traumatizante’

→

Mulher-Gato é um filme que se assiste e depois de um tempo se esquece que viu. Não é uma obra à altura de uma personagem tão importante para as histórias em quadrinhos e para o Cinema/TV. A Mulher-Gato de Christopher Nolan é muito mais interessante e profunda, assim como Michelle Pfeiffer, que fez uma leitura sensual da personagem. Quando não há química entre direção, roteiro, elenco acontecem todas essas tragédias, que fazem com que a produção naufrague.

Mulher-Gato (Catwoman, EUA – 2004)

Direção: Pitof
Roteiro: Angus Strathie, Bob Kane, John D. Brancato, John Rogers, Michael Ferris, Theresa Rebeck, Thierry Arbogast
Elenco: Halle Berry, Benjamin Bratt, Sharon Stone, Lambert Wilson, Frances Conroy, Alex Borstein, Michael Massee, Byron Mann, Kim Smith, Christopher Heyerdahl, Peter Wingfield
Gênero: Ação, Fantasia
Duração: 104 min

Leia também
Famosos

Viúva de James Van Der Beek faz desabafo três meses após morte do ator: ‘as palavras não capturam o luto’

→

Leia mais sobre DC Comics

Tags: #Bob Kane #Frances Conroy #Halle Berry #Mulher-Gato #Sharon Stone
Compartilhar: Twitter Facebook WhatsApp
Gabriel Danius
Escrito por

Gabriel Danius

Jornalista e cinéfilo de carteirinha amo nas horas vagas ler, jogar e assistir a jogos de futebol. Amo filmes que acrescentem algo de relevante e tragam uma mensagem interessante.

Ver todos os posts → Twitter Instagram
Carregando próxima leitura…
Bastidores®

Aqui a crítica acontece!

📣 Quer anunciar?

Manda um email pro Matheus: matheus@nosbastidores.com.br

Membro do OpenCritic

Navegação

  • Início
  • Notícias
  • Críticas
  • Artigos
  • Listas

Legal

  • Privacidade
  • Termos
  • Cookies
© 2026 Bastidores. Todos os direitos reservados. feito com café por matheus serafim

Olá, gostaria de entrar e comer um cookie?

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.

Política de Privacidade · Política de Cookies · Termos de Uso

Preferências de cookies

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.