Últimas
Ubisoft fecha dois estúdios e chega à sexta onda de demissões em 2026Spielberg tentou dirigir James Bond três vezes e sempre foi recusadoKaley Cuoco está grávida do segundo filho e revela que é mais uma meninaAnjos da Lei volta com Jonah Hill, Channing Tatum e Ice Cube em 24…Xbox planeja demissões em massa para julhoSetembro de 2026 virou um campo minado de lançamentos por causa do GTA 6FIFA transforma o Roblox em destino oficial da Copa do Mundo com evento em…Trailer de The Social Reckoning revela Jeremy Strong como Zuckerberg na sequência de A…
Bastidores®
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
Catálogo

Crítica | Rocky V – Quando Balboa virou treinador

O mais fraco capítulo da saga.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
3 de outubro de 2018 · 4 min de leitura
Publicidade
Crítica | Rocky V – Quando Balboa virou treinador

Em 1990, não havia muito o que Rocky Balboa podia fazer. Já havia lutado com Apollo Creed duas vezes, treinou com o antigo oponente, enfrentou o feroz Mr. T e praticamente acabou com a Guerra Fria com seus próprios punhos e boca torta ao derrotar o brutamontes Ivan Drago na União Soviética. Para a quinta aparição de Balboa nos cinemas, Sylvester Stallone recorreu ao velho amigo John G. Avildsen, que começou tudo ao dirigir o primeiro Rocky. Receita para o sucesso? Exatamente o oposto.

Depois de todos esses eventos citados acima, é mais do que compreensível que Rocky comece o filme anunciando (novamente) sua aposentadoria do boxe. Dedicando mais tempo à esposa Adrian (Talia Shire) e o filho Rocky Jr (Sage Stallone), o ex-lutador percebe que não conseguirá ficar tão afastado do esporte, e acaba por voltar aos ringues como treinador de um jovem prodígio: Tommy Gunn (Tommy Morrison).

Parecia a desculpa perfeita para um novo filme da franquia: Rocky como lutador. Aliás, tão eficiente que o vindouro Creed: Nascido para Lutar resgata justamente essa ideia, mas com sorte teremos algo mais interessante do que aconteceu em Rocky V. Novamente roteirizado por Stallone, a trama aqui é tediosa e digna de uma novela de pior qualidade, confundindo a realista melancolia do boxeador do primeiro filme com puro drama barato. Por algum motivo nunca claro, Rocky e a  família são forçados a voltar para as origens humildes na Filadélfia, trazendo de volta o velho figurino e outros elementos consagrados – como a bandinha de rua que ganha um remix anos 90 de “Shake it back”.

Publicidade

O grande problema é mesmo com os personagens. Dividido entre o filho e o aprendiz, é difícil escolher qual das figuras juvenis é mais irritante. Tommy Morrison é inexpressivo e caricato como Gunn, sem falar que sua caída para o “lado negro dos negócios” parece saída de um desenho animado, tendo na figura do George Washington Duke de Richard Gant um dos mais aborrecentes e cartunescos personagens da História do cinema, algo tão crível quanto a visão de Stallone para a União Soviética no longa anterior. Já Sage Stallone surge apenas como um jovem chorão e sem o carisma ou ao menos a simpatia de seu pai, transformando todas as (muitas) cenas em que Rocky Jr é o foco da atenção em um festival de tédio.

Os fãs provavelmente só lembram da briga final, que é revolucionária na franquia por trocar os ringues do boxe profissional por uma viela da Filadélfia. Rocky e Tommy trocam o pugilismo por uma estranha briga de rua, curiosa por seus golpes improvisados e uma direção nada envolvente de Avildsen, que parece despreocupado em conferir o mínimo de tensão (até o observador mais desleixado vai notar a falsidade dos socos e chutes), mas oferece espaço para frases como “Acaba com ele pai, ele pegou meu quarto!”.

Se há um momento bom aqui, é o inesperado flashback que conta com Burgess Meredith. Ambientada durante o treinamento de Rocky para seu primeiro duelo com Apollo Creed, a cena é delicada e conta com uma pérola de Meredith, quando presenteia Rocky com um honesto discurso motivacional e uma abotoadora do lutador Rocky Marciano. O design de produção acerta por nos mostrar o ginásio do Mighty Mick abandonado e caindo aos pedaços, e a fotografia adota um melancólico preto e branco para a cena, tal como um diálogo de Rocky com seu próprio passado. Funciona pela simplicidade.

Publicidade

É um raro bom momento em um filme deprimente. Rocky V é sem graça, arrastado e sem a empolgação de seus anteriores, chegando a ser uma dupla decepção por tratar-se do retorno de Avildsen na direção. É sem dúvida o pior filme da série.

Publicidade

Rocky V (EUA, 1990)

Direção: John G. Avildsen
Roteiro: Sylvester Stallone
Elenco: Sylvester Stallone, Talia Shire, Burt Young, Sage Stallone, Burgess Meredith, Tommy Morrison, Richard Gant, Tony Burton
Gênero: Drama

Duração: 104 min

Leia também
Artigos

O Final de Blade Runner 2049 Explicado

→

Publicidade

Leia mais sobre Rocky Balboa

Tags: #Burgess Meredith #Burt Young #Sylvester Stallone #Talia Shire
Compartilhar: Twitter Facebook WhatsApp
Matheus Fragata
Escrito por

Matheus Fragata

Editor-geral do Bastidores, formado em Cinema. Apaixonado por histórias que transformam. Contato: matheus@nosbastidores.com.br

Ver todos os posts →
Carregando próxima leitura…
Bastidores®

Aqui a crítica acontece!

📣 Quer anunciar?

Manda um email pro Matheus: matheus@nosbastidores.com.br

  • Início
  • Notícias
  • Críticas
  • Artigos
  • Listas
© 2026 Bastidores. Todos os direitos reservados. feito com café por matheus serafim

Olá, gostaria de entrar e comer um cookie?

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.

Política de Privacidade · Política de Cookies · Termos de Uso

Preferências de cookies

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.