Últimas
Cory Barlog ‘vaza’ acidentalmente novo jogo de God of War estrelando KratosReview | Splatoon Raiders é o desvio mais ousado (e mais acertado) que a…Crítica | A Morte do Demônio: Em Chamas repete ideia esperando obter o mesmo…Slotmill entra no mercado brasileiro em busca de oportunidades em um setor altamente competitivoAutomação e praticidade na rotina imobiliária urbanaRetenção de talentos e as novas especializaçõesPermuta de imóveis e reconfiguração urbana atualBem-estar e funcionalidade em residências urbanas
Bastidores®
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
Catálogo

Crítica | Te Peguei! – Mais absurdo que a ficção

Entre erros e acertos, Te Peguei! é mais um representante do aprimoramento técnico do gênero de comédia, além de representar um tipo de filme

Lucas Nascimento
Lucas Nascimento Redação
23 de agosto de 2018 · 4 min de leitura
Crítica | Te Peguei! – Mais absurdo que a ficção

Algumas histórias são tão absurdas que só podem ser verdade. E quando algumas dessas histórias são adaptadas para o cinema, a comédia talvez seja o melhor prisma da transição realidade/ficção, até porque a desgraça de um sempre será motivo de riso para o outro. No caso de Te Peguei!, onde temos literalmente um jogo de pega pega como foco da narrativa, baseada em casos reais, é uma situação onde absolutamente todos os envolvidos – audiência e personagens históricos – só podem contemplar o ridículo e rir.

A trama é inspirada na história real de um grupo de amigos que está jogando pega-pega há 30 anos. Todo mês de maio, a turma formada por Callahan (Jon Hamm), Hoagie (Ed Helms), Chilli (Jake Johnson), Kevin (Hannibal Buress) e Jerry (Jeremy Renner) prepara uma elaborada brincadeira onde cada um faz coisas absurdas e insanas para sair vencedor. Em todos esses anos, o personagem de Renner nunca foi pego por nenhum deles, e o grupo se une para quebrar a zica, aproveitando o fato de que o sujeito está de casamento marcado e mais distraído.

Antes de falar sobre Te Peguei! como filme, é bom ver que mais uma comédia de estúdio chegou aos cinemas. Antes de A Noite do Jogo há alguns meses, poucos estúdios pareciam investir pesado em elenco e cinematografia para comédia, um gênero que está praticamente extinto em meio a tantos filmes de super-heróis, blockbusters e outras produções de maior interesse popular.

A Comédia de Estúdio vive

Só pela proposta já sabemos que há algo valioso aí, então a questão fica em como o roteiro de Rob McKittrick e Mark Steilen são capazes de segmentar a trama e dar espaço para as piadas. O set up da trama é bem lógico, com o anúncio do casamento de fato servindo para uma distração e desculpa para que o grupo una suas forças, ao mesmo tempo em que garante situações divertidas dentro dessa temática – que não deixa de ser uma variante de Se Beber, Não Case!, a grande comédia de adultos de estúdio que também se concentra em marmanjos lidando com o casamento. As piadas são divertidas quando abordam algo mais megalomaníaco, vide a situação absurda em que uma personagem pode ou não estar gfingindo um aborto, mas falham quando somos deixados a algo mais improvisado.

Esses momentos acabam não soando tão inspirados por um motivo simples, mas que se revela letal para o longa: o elenco parece não ter química. Todos estão ótimos em cena, com Jon Hamm se entregando totalmente para caretas e comportamentos estúpidos, ao passo em que Ed Helms continua com seu mesmo perfil excêntrico com bom complemento de Johnson e Burgess. O problema é que em ponto algum temos a impressão de que realmente são amigos próximos ali, apenas atores se divertindo – e isso transparece bem em cena. Tal efeito fica ainda pior quando o roteiro de McKitrrick e Steilen subitamente se alterna para o drama, e vemos como o texto parecia ter algo interessante a dizer, mas o desalinhamento do elenco e a mão pesada acabam tornando a experiência embaraçosa.

Riso bem Fotografado

Te Peguei! também não traz o mesmo brilhantismo técnico de A Noite do Jogo, onde a dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley apostavam em planos sequência, match cuts e diversos elementos visuais que raramente vemos em longas cujo objetivo principal é o riso, e que cada vez mais se aproxima da ação. A direção de Jeff Tomsic em Te Peguei! é mais genérica, mas segue a onda de um olhar mais preciosista para o gênero: a fotografia é belíssima, com um jogo de luzes digno de um exemplar da série Missão: Impossível para nos revelar Jeremy Renner pela primeira vez – o mesmo se aplica a uma perseguição na floresta, que parece saída de um terror iraniano -, ao passo em que usa o slow motion com paixão para traduzir visualmente o raciocínio insano de Renner, que calcula os movimentos de seus amigos para conseguir se esquivar; praticamente uma versão escrachada do Sherlock Holmes de Robert Downey Jr.

Publicidade
Leia também
Artigos

O Final de Blade Runner 2049 Explicado

→

Entre erros e acertos, Te Peguei! é mais um representante do aprimoramento técnico do gênero de comédia, além de representar um tipo de filme praticamente nichado. Vale conferir pelo absurdo da história real e as boas soluções de Jeff Tomsic como diretor, mas é uma experiência tão rápida e volúvel quanto um jogo de pega-pega.

Te Peguei! (Tag, EUA – 2018)

Direção: Jeff Tomsic
Roteiro: Rob McKittrick e Mark Steilen, baseado no artigo de Russell Adams
Elenco: Ed Helms, Jon Hamm, Jeremy Renner, Jake Johnson, Hannibal Buress, Isla Fisher, Annabelle Wallis, Leslie Bibb, Rashida Jones
Gênero: Comédia
Duração: 100 min

Tags: #Annabelle Wallis #Ed Helms #Hannibal Buress #Isla Fisher #Jake Johnson #Jeremy Renner #Jon Hamm #Leslie Bibb #Rashida Jones
Compartilhar: Twitter Facebook WhatsApp
Lucas Nascimento
Escrito por

Lucas Nascimento

Estudante de audiovisual e apaixonado por cinema, usa este como grande professor e sonha em tornar seus sonhos realidade ou pelo menos se divertir na longa estrada da vida. De blockbusters a filmes de arte, aprecia o estilo e o trabalho de cineastas, atores e roteiristas, dos quais Stanley Kubrick e Alfred Hitchcock servem como maiores inspirações. Testemunhem, e nos encontramos em Valhalla.

Ver todos os posts →
Carregando próxima leitura…
Bastidores®

Aqui a crítica acontece!

📣 Quer anunciar?

Manda um email pro Matheus: matheus@nosbastidores.com.br

Membro do OpenCritic

Navegação

  • Início
  • Notícias
  • Críticas
  • Artigos
  • Listas

Legal

  • Privacidade
  • Termos
  • Cookies
© 2026 Bastidores. Todos os direitos reservados. feito com café por matheus serafim

Olá, gostaria de entrar e comer um cookie?

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.

Política de Privacidade · Política de Cookies · Termos de Uso

Preferências de cookies

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.