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Daniel Craig reflete sobre fama e trabalho em filme com Luca Guadagnino

"Ser uma celebridade te mata", afirmou o famoso ator Daniel Craig durante uma entrevista sobre seus novos trabalhos no cinema

Lucas Rodrigues
Lucas Rodrigues Redação
2 min de leitura
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Daniel Craig critica a fama e celebra novo filme

Daniel Craig, aos 56 anos, abriu o coração sobre os impactos da fama em uma entrevista ao New York Times. O ator, conhecido mundialmente por sua interpretação de James Bond, classificou a vida de celebridade como uma experiência desafiadora. “Ser uma celebridade te mata”, afirmou. “É uma coisa terrível que pode acontecer, e você precisa lutar contra tudo que ela joga em sua direção”.

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Durante a conversa, Craig comentou sobre a cantora Chappell Roan, que recentemente criticou o comportamento invasivo de fotógrafos e fãs. Em um evento, a artista de 26 anos chamou um fotógrafo de “desrespeitoso” e foi alvo de uma resposta agressiva. Para Craig, a postura da cantora é admirável. “Eu admiro de verdade a coragem dela em dizer essas coisas”, disse. Ele também refletiu sobre a pressão de ser uma figura pública: “Eu sou uma marca? Você precisa de redes sociais e eu não sei lidar com isso. Me arrependo até de emails que envio”.

O ator também destacou seu trabalho mais recente, o drama Queer (2024), dirigido por Luca Guadagnino e baseado na obra de William S. Burroughs. Craig interpreta um homem gay apaixonado por um rapaz mais jovem, papel que vem recebendo elogios e sendo apontado como uma possível indicação ao Oscar em 2025. A produção marca um novo momento na carreira do ator, que buscou explorar diferentes dimensões em sua atuação após sua longa passagem como James Bond.

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Ator responde perguntas sobre seus trabalhos

Ao ser questionado se teria feito Queer enquanto ainda interpretava o icônico espião, o artista foi sincero. “Eu não teria feito. Eu estava tão envolvido com o Bond que talvez eu tivesse ficado aterrorizado em fazer algo assim. Especialmente no começo do Bond, eu pensava, ‘aqui é o limite, vou me manter na minha pista’”. Suas palavras refletem a transformação pessoal e artística que ele vivenciou após encerrar sua jornada como o 007.

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O ator segue buscando novos desafios em sua carreira, com projetos que o afastam de rótulos e o colocam em papéis diversificados. Enquanto isso, Queer promete ser um marco, consolidando a transição de Craig para personagens complexos e distintos, distantes do universo de ação e espionagem que o consagrou.

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Foto: Reprodução / YouTube
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