Cinema

Na febre de Michael: 10 cinebiografias musicais que marcaram o cinema

Relembre 10 cinebiografias musicais marcantes, de Ray e Rocketman até Elvis.

Daniel Moreno
Daniel Moreno Redação
4 min de leitura
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As cinebiografias musicais atravessam décadas conquistando público e crítica ao transformar trajetórias de artistas lendários em grandes experiências cinematográficas. Entre dramas intensos, reconstruções históricas e performances premiadas, o gênero se consolidou como um dos mais populares de Hollywood e também do cinema internacional.

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Nos últimos anos, produções como Bohemian Rhapsody e Elvis reacenderam ainda mais o interesse do público por histórias baseadas em músicos reais, especialmente após a explosão recente de conteúdos ligados a Michael Jackson nas redes sociais e também no cinema.

De clássicos antigos até produções modernas, reunimos 10 cinebiografias musicais que ajudaram a definir o gênero no cinema.

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Música e Lágrimas abriu caminho para o gênero nos anos 1950

Lançado em 1954, Música e Lágrimas é considerado um dos primeiros grandes sucessos das cinebiografias musicais em Hollywood.

O longa retrata a trajetória do músico Glenn Miller, um dos nomes mais populares da era do swing americano.

Estrelado por James Stewart, o filme ajudou a consolidar a fórmula clássica do gênero ao misturar ascensão artística, dramas pessoais e grandes performances musicais.

Mesmo décadas depois, segue sendo uma referência importante para produções posteriores.

The Doors mergulhou na mente caótica de Jim Morrison

Dirigido por Oliver Stone, The Doors apresentou uma abordagem intensa e psicodélica sobre a vida de Jim Morrison.

O longa transformou Val Kilmer em um dos grandes destaques da década de 1990 graças à sua impressionante interpretação do vocalista da banda The Doors.

A produção abraçou totalmente o caos criativo, os excessos e a atmosfera contracultural que cercavam Morrison. Até hoje, muitos fãs consideram uma das performances musicais mais impressionantes já feitas no cinema.

Ray e Johnny & June redefiniram o gênero nos anos 2000

Poucos filmes impactaram tanto o gênero quanto Ray.

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Interpretando Ray Charles, Jamie Foxx entregou uma atuação histórica que lhe garantiu o Oscar de Melhor Ator. O longa explorou não apenas a genialidade musical do artista, mas também seus conflitos pessoais, vícios e desafios raciais nos Estados Unidos.

Pouco depois, Johnny & June também conquistou enorme reconhecimento ao retratar a relação entre Johnny Cash e June Carter. As atuações de Joaquin Phoenix e Reese Witherspoon foram amplamente elogiadas, especialmente pela entrega vocal e emocional dos dois protagonistas.

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Produções europeias trouxeram novas abordagens ao gênero

Durante os anos 2010, cinebiografias musicais europeias começaram a apostar em estilos mais experimentais. Gainsbourg: O Homem que Amava as Mulheres fugiu completamente da estrutura tradicional ao misturar fantasia, surrealismo e drama para retratar a vida de Serge Gainsbourg.

Cloclo apostou em uma reconstrução detalhada da carreira de Claude François, ícone da música francesa que inspirou a canção “My Way”.

As duas produções mostraram que o gênero podia ir além da fórmula hollywoodiana tradicional.

Elis emocionou o público brasileiro

No Brasil, Elis se destacou ao retratar a trajetória intensa de Elis Regina.

Com atuação elogiada de Andréia Horta, o filme explorou tanto o talento extraordinário da cantora quanto seus conflitos pessoais, inseguranças e relação complicada com a fama.

A produção também ajudou a apresentar a história de Elis para novas gerações de espectadores brasileiros.

Bohemian Rhapsody, Rocketman e Elvis reacenderam a febre das cinebiografias

O gênero voltou com enorme força no fim da década passada graças ao sucesso comercial de Bohemian Rhapsody. O longa sobre Freddie Mercury e a banda Queen arrecadou bilhões ao redor do mundo e transformou Rami Malek em vencedor do Oscar.

Na sequência, Rocketman chamou atenção ao apostar em um formato mais fantasioso e musical para contar a vida de Elton John.

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Já Elvis, dirigido por Baz Luhrmann, mergulhou na trajetória de Elvis Presley com uma estética grandiosa e estilizada. A atuação de Austin Butler foi um dos pontos mais elogiados da produção e ajudou a consolidar novamente o gênero como um dos favoritos do público e da indústria.

Tags: #Michael
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