No dia seis de janeiro, moradores da cidade de Espírito Santo do Dourado, no estado de Minas Gerais, presenciaram uma cena um tanto quanto perturbadora: uma chuva de aranhas.

De fato, a quantidade absurdamente grande desses pequenos animaizinhos manchou os céus do local e assustou seus moradores, principalmente quando uma delas resolvia cair bem em suas cabeças. Mas diferente do que muitos podem imaginar, o fenômeno não é tão único assim.

De acordo com estudos feitos no local, as aranhas pertencem à espécie Parawixia bistriata e são capazes de construir teias muito finas, praticamente impossíveis de serem enxergadas a olho nu.

O grupo de aracnídeos permanece junto em um tipo de colônia, escondendo-se na vegetação apenas para saírem à noite e construírem a rede para captura de animais. As teias podem chegar a quatro metros de largura e três de espessura.

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