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Hideki Kamiya revela desejo de refazer Devil May Cry e Viewtiful Joe: ‘Capcom, deixa comigo!’

Hideki Kamiya diz que adoraria liderar remakes de Devil May Cry e Viewtiful Joe, e afirma que seu novo estúdio está aberto a IPs antigas e novas ideias.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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O lendário designer Hideki Kamiya, criador de títulos icônicos como Devil May Cry, Viewtiful Joe e Okami, voltou a agitar os fãs ao declarar que adoraria revisitar dois dos seus clássicos mais celebrados da era Capcom. Em entrevista recente em seu canal no YouTube, o ex-PlatinumGames reforçou o desejo de liderar um remake de Devil May Cry e assumir as rédeas de Viewtiful Joe mais uma vez.

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“Quero refazer Devil May Cry do zero”, diz Kamiya

Durante a conversa, Kamiya foi questionado sobre a possibilidade de revisitar o primeiro Devil May Cry, que dirigiu em 2001. “É claro que eu adoraria. Vejo clipes de gameplay hoje em dia e penso: ‘Sim, isso tem cara de design de 24 anos atrás’”, disse o desenvolvedor. “Com a tecnologia e as abordagens modernas de game design, eu adoraria refazê-lo do zero.”

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Apesar de afirmar que ainda não pensa seriamente nisso — “a não ser que realmente esteja acontecendo” —, Kamiya deixou o recado: “Capcom, deixa comigo! E Viewtiful Joe também!”

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Clovers e o renascimento de Okami

Kamiya fundou recentemente o estúdio Clovers, e o primeiro grande projeto da equipe será uma sequência de Okami, jogo que ele dirigiu ainda na Capcom e que é considerado um clássico cult. A colaboração marca uma reaproximação entre Kamiya e sua antiga casa, e acende a possibilidade de novas parcerias envolvendo outras franquias da empresa.

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Novas ideias também estão na mesa

Em entrevista ao site japonês GameSpark, Kamiya esclareceu que Clovers não pretende se restringir a franquias antigas: “Se nos pedissem para trabalhar com uma IP existente e ela fosse interessante o suficiente para ‘cloverizarmos’ do nosso jeito, toparíamos. Mas se surgir uma ideia original com potencial, também vamos querer desenvolvê-la.”

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Segundo ele, a chave para qualquer projeto é se ele traz ou não o fator “uau”. “No fim das contas, tudo se resume a isso.”

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