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James Gunn revela qual personagem desistiu de matar em O Esquadrão Suicida

O novo O Esquadrão Suicida consegue chocar e surpreender pelo seu desprendimento com os personagens. Logo nos primeiros minutos de filme, muitos deles já encontram seu final de modo extremamente violento.

Em entrevista à Variety, o cineasta James Gunn afirmou que já estava nos planos matar muitos deles, mas teve um personagem em especial que ele acabou desistindo de destruir durante o desenvolvimento.

SPOILERS

“Houve uma mudança. No final original que havia planejado, um personagem principal morria e um outro não. A Caça-Ratos 2 morria, mas ela era tão doce que achei que ficaria muito sombrio. Não que nós não tenhamos amado o Bolinha. Amamos sim. Mas simplesmente não consegui [matar a Caça-Ratos 2]. Então cedi.”

Gunn também foi questionado sobre como alguns grandes atores reagiram ao saber que morreriam logo no começo do filme.

“Eles estavam todos empolgados. O papel de Rooker é um pouco maior porque ele é o protagonista do início da primeira parte do filme. Nós meio que vemos as coisas pelos olhos do Sábio. Então acho que ele estava animado – sabe, agora ele está na Marvel, em Velozes e Furiosos [e na DC]. Ele só precisa de Star Wars para cobrir todas as bases. Nathan estava simplesmente feliz. Ele está em uma série [The Rookie], então não poderia fazer mais do que aquilo. Ele é um cara realmente empolgado e ficou feliz em ser um super-herói. Pete simplesmente queria ser um supervilão, mas ele também estava filmando Saturday Night Live. Então tudo o que foi prometido a eles foi um papel pequeno. Nada como ‘ei, você vai ser uma das estrelas de O Esquadrão Suicida‘”.

O Esquadrão Suicida já está disponível nos cinemas brasileiros e, em breve, deve entrar para o catálogo nacional do HBO Max que você adquire através da SKY TV.

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Publicado por Matheus Fragata

Editor-geral do Bastidores, formado em Cinema seguindo o sonho de me tornar Diretor de Fotografia. Sou apaixonado por filmes desde que nasci, além de ser fã inveterado do cinema silencioso e do grande mestre Hitchcock. Acredito no cinema contemporâneo, tenho fé em remakes e reboots, aposto em David Fincher e me divirto com as bobagens hollywoodianas.

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