Cinema

Joe Russo afirma que Vingadores: Doutor Destino é mais maduro que Guerra Infinita e Ultimato

Robert Downey Jr. também falou: segundo ele, o filme tem a estrutura que resolve o problema de como superar Ultimato.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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O homem que fez Ultimato diz que isso é melhor

Joe Russo não é dado a elogios gratuitos. Depois de ter dirigido Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato, dois dos filmes com maior bilheteria da história, ele tem uma referência interna clara do que “grande” significa. Ainda assim, em entrevista ao CBR, Russo disse que Vingadores: Doutor Destino é o mais emocionalmente complexo e maduro de todos os filmes da franquia.

“Há muitas surpresas neste”, disse Russo. “E acho que é o mais emocionalmente complexo de todos. E de muitas formas, o mais maduro.” O filme estreia em 18 de dezembro de 2026.

A aposta de Robert Downey Jr.

Quem também se manifestou foi Robert Downey Jr., que retorna ao MCU não como Tony Stark mas como o antagonista Doutor Destino. O ator disse que o filme tem algo que ele descreve como “o único antídoto” para a questão que perseguiu a Marvel desde 2019: como não decepcionar depois de Ultimato.

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Segundo Downey Jr., a resposta está na estrutura do filme e na forma como os outros personagens foram trabalhados. A frase foi deliberadamente vaga, mas o tom era de confiança genuína, não de marketing.

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“Estamos de volta à fase zero”

Russo usou uma expressão que resume a ambição do projeto: “fase zero”. A ideia é que Doutor Destino começa o MCU do zero, sem depender de nada do que veio antes para funcionar emocionalmente. O desafio técnico, segundo ele, foi maior do que o de Guerra Infinita e Ultimato, porque as apostas continuam subindo a cada filme.

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A sequência Vingadores: Guerras Secretas está prevista para dezembro de 2027. O roteiro de ambos os filmes é assinado por Stephen McFeely e Michael Waldron, com Kevin Feige supervisionando.

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A indústria como pano de fundo

Anthony Russo, na mesma entrevista, elogiou dois dos fenômenos do ano: Obsessão e Backrooms: Um Não-Lugar. Descreveu Obsessão como “terrivelmente engraçado, de uma forma muito sombria”, e chamou o sucesso do filme de “um momento explosivamente disruptivo” para o mercado. O comentário veio acompanhado de uma observação sobre a Geração Z assumindo o papel tanto de audiência dominante quanto de contadores de história dominantes.

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