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Remedy planeja franquia longa de Control se Control Resonant performar bem

A troca de Jesse para Dylan foi planejada desde o início. O primeiro Control passou de 6 milhões de cópias vendidas em maio.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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O plano que existia desde o começo

Quando Control foi lançado em 2019 com Jesse Faden como protagonista, a Remedy já sabia que o próximo jogo seria de Dylan. O diretor de arte de Control Resonant, Elmeri Raitanen, confirmou em entrevista que a troca de perspectiva entre os irmãos Faden foi planejada desde o início do desenvolvimento da franquia. Jesse era um lado da moeda; Dylan é o outro.

A distinção que Raitanen fez é importante: ao contrário de Alan Wake ou Max Payne, Control não tem o nome de um personagem no título. É um design que prioriza o mundo e a mitologia em vez do protagonista específico. Isso permite trocar o ponto de vista sem perder a identidade central da franquia.

O que vem depois de Dylan

Control Resonant ainda nem estreou, com lançamento previsto para 24 de setembro, mas a Remedy já está olhando para além do jogo. Raitanen disse que a empresa quer construir uma “franquia de longo prazo” no universo de Control, com mais histórias a explorar depois que Dylan tiver seu arco concluído.

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A ressalva é clara: tudo depende do desempenho de Control Resonant. O primeiro jogo passou de 6 milhões de cópias vendidas em maio de 2026, um resultado sólido para uma nova IP. O spin-off multiplayer FBC: Firebreak, lançado em 2025, ficou abaixo das expectativas comerciais da Remedy. A empresa investe mais em marketing desta vez, mas o que exatamente constituiria “bem o suficiente” para garantir continuidade não foi definido publicamente.

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O contexto da indústria

A Remedy não está sozinha nessa posição. A indústria de 2026 está cheia de estúdios que precisam de um acerto específico para justificar continuidade. Com setembro mais lotado do que nunca e GTA 6 se aproximando em novembro, Control Resonant enfrenta um calendário que vai exigir que o jogo se destaque num mercado sem espaço para lançamentos medianos.

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