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Larian Studios esclarece que jogos antigos de Divinity não são obrigatórios para novo título

Larian confirma que Divinity não exige jogar títulos antigos. Original Sin 2 é recomendado para fãs de combate tático e co-op.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
3 min de leitura
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A Larian Studios, desenvolvedora de Baldur’s Gate 3, anunciou que seu próximo RPG, intitulado simplesmente Divinity, não requer familiaridade com os jogos anteriores da série Divinity. Em entrevista ao GamesRadar+ publicada em 25 de dezembro de 2025, o fundador Swen Vincke explicou que o novo título, revelado na The Game Awards 2025, será acessível a novatos, embora jogadores de Divinity: Original Sin e Original Sin 2 possam desfrutar de maior contexto e continuidade.

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Vincke destacou que referências a eventos de jogos como Divinity II: Ego Draconis e The Dragon Knight Saga aparecerão, mas como parte da história de fundo do mundo de Rivellon, moldando o cenário atual sem exigir conhecimento prévio. A abordagem torna Divinity um ponto de entrada independente, especialmente para os milhões de fãs que conheceram a Larian por Baldur’s Gate 3, lançado em 2023.

Por que jogar os títulos anteriores?

Para quem busca uma experiência narrativa cinemática como a de Baldur’s Gate 3, Vincke sugere que os jogos mais antigos — como Divine Divinity (2002) e Beyond Divinity (2004) — só valem a pena se houver interesse profundo na lore. Esses títulos, com mecânicas inspiradas em Diablo e combates em tempo real, são considerados “ultrapassados” pelo próprio desenvolvedor devido a gráficos e sistemas datados.

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Por outro lado, Divinity: Original Sin 2 (2017) é altamente recomendado para fãs de combate tático por turnos, multiplayer cooperativo e liberdade de escolhas, elementos que serviram de base para Baldur’s Gate 3. Original Sin 1 (2014) também oferece uma experiência semelhante, mas com menos ênfase em companheiros e narrativa. Ambos os jogos tiveram picos de jogadores no Steam após o anúncio, com Original Sin 2 ganhando até uma versão surpresa para Nintendo Switch 2.

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Os títulos mais antigos, como Divinity II: Ego Draconis (2009) e Dragon Commander (2013), variam entre RPG de ação em terceira pessoa e estratégia, mas receberam críticas mistas e envelheceram mal, segundo Vincke. Fãs no Reddit concordam que a série não exige ordem específica, já que os jogos, apesar de compartilharem o universo, são separados por séculos e têm conexões frouxas.

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O que esperar de Divinity?

Descrito como o “RPG mais ambicioso” da Larian, Divinity promete superar a escala de Baldur’s Gate 3, com um trailer sombrio sugerindo tons de horror corporal e magia negra. Vincke confirmou que o jogo manterá combates por turnos com um novo conjunto de regras e seguirá o modelo de acesso antecipado, como os antecessores. A produção já grava diálogos, mas o lançamento não deve ocorrer antes de 2027, considerando o ciclo de desenvolvimento de três a quatro anos defendido por Vincke.

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Jogadores que desejam se preparar podem explorar Original Sin 2 para mecânicas familiares ou ler resumos de lore online, como os disponíveis no wiki Divinity, para entender a história de Rivellon sem enfrentar os desafios técnicos dos jogos mais velhos. A Larian aposta em um equilíbrio entre acessibilidade para novatos e recompensas para fãs de longa data, reforçando que Divinity será uma experiência autônoma com profundidade opcional.

Tags: #Divinity
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