Cinema

Macaulay Culkin se emociona ao falar da morte de Catherine O’Hara: ‘foi cedo demais’

Macaulay Culkin fala pela primeira vez sobre o impacto da morte de Catherine O'Hara e revela que sentia ter "negócios inacabados" com a atriz.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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A morte de Catherine O’Hara deixou marcas profundas em quem conviveu com ela. Macaulay Culkin, que contracenou com a atriz nos dois primeiros filmes de Esqueceram de Mim, abriu o coração sobre a perda em uma entrevista ao Gentleman’s Journal. O’Hara morreu em 30 de janeiro, aos 71 anos. A causa imediata foi uma embolia pulmonar, com câncer retal listado como condição subjacente no atestado de óbito.

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“Quando Catherine faleceu em janeiro, aquilo me atingiu. Me atingiu com força, porque foi cedo demais. E eu senti que tínhamos negócios inacabados. Sinto que eu lhe devia um favor — e não gosto de ter uma dívida em aberto”, disse Culkin na entrevista.

Uma amizade que durou décadas

O vínculo entre os dois ia muito além das telas. O’Hara honrou Culkin em sua cerimônia na Calçada da Fama de Hollywood em 2023. No evento, ela relembrou o trabalho que fizeram juntos. “Eu sei que você trabalhou muito. Mas você fez a atuação parecer a coisa mais natural do mundo”, disse ela sobre a performance do ator em Esqueceram de Mim.

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Quando a morte de O’Hara foi confirmada, Culkin publicou um texto emocionado no Instagram: “Mamãe. Eu pensei que tínhamos mais tempo. Eu queria mais. Queria sentar em uma cadeira ao seu lado. Eu te ouvi, mas tinha muito mais a dizer. Eu te amo. Até logo.”

“Serei um dos últimos a ficar de pé”

Na mesma entrevista, Culkin refletiu sobre as perdas acumuladas ao longo dos anos. Muitos dos atores com quem trabalhou em Esqueceram de Mim já faleceram. Para ele, essa realidade é parte inevitável de ter crescido dentro de Hollywood.

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“Não sou a ponta da esfera. Sou a parte de trás. Vou ser uma das últimas pessoas de pé quando se trata desse tipo de coisa”, disse, em referência à geração de atores que o cercava na infância. É uma frase carregada de melancolia — e de uma maturidade que só o tempo e a perda ensinam.

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