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Nintendo promete grandes jogos para compensar alta no preço do Switch 2

Nintendo confirma aumento de US$ 50 no Switch 2 a partir de setembro nos EUA e promete lineup robusto de jogos para compensar a alta.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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A Nintendo confirmou durante sua mais recente divulgação de resultados financeiros que o Switch 2 vai custar US$ 50 a mais nos Estados Unidos a partir de setembro. Mercados asiáticos também serão impactados, com reajustes nos preços da assinatura do Nintendo Switch Online. O presidente da empresa, Shuntaro Furukawa, pediu desculpas aos consumidores e prometeu um calendário de lançamentos reforçado para entregar mais valor à plataforma.

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“Pedimos sinceras desculpas aos nossos clientes pelo considerável inconveniente e transtorno que isso vai causar”, disse Furukawa, em tradução divulgada pela conta Nintendo Patents Watch no Bluesky. “Embora quiséssemos priorizar uma adoção ampla, foi desafiador suportar os custos crescentes por um longo período. Os novos preços não cobrem totalmente todos os aumentos de custos.”

O que vem por aí no lineup do Switch 2

Para compensar a alta, Furukawa prometeu um lineup “robusto” de softwares. Alguns títulos já estão confirmados ou são aguardados com expectativa. O remake de Star Fox 64, anunciado recentemente, chega em junho. Um possível remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time também é aguardado pelos fãs, embora ainda sem confirmação oficial.

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O próximo Mario 3D deve demorar mais: o leaker NateTheHate afirmou recentemente que o título não deve chegar antes de 2027. Para o mesmo ano, estão previstos os jogos da décima geração da franquia Pokémon — Pokémon Wind e Pokémon Waves.

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No lado dos títulos já disponíveis, a Nintendo conta com lançamentos recentes da franquia Donkey Kong e com Pokémon Pokopia, que já vendeu milhões de cópias desde o lançamento. Títulos de terceiros como Resident Evil Requiem também reforçam a grade do console.

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Uma aposta no valor percebido

A estratégia da Nintendo é clara: se o hardware vai custar mais, o catálogo precisa justificar o investimento. A empresa enfrenta um desafio delicado — manter a base de consumidores engajada enquanto repassa custos crescentes sem afastar novos compradores.

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Furukawa foi honesto ao admitir que o reajuste não cobre sequer todos os custos envolvidos. A aposta, portanto, recai sobre os jogos — e a Nintendo sabe que sua biblioteca histórica é seu maior argumento de venda.

Tags: #Nintendo
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