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Quem são os Mentats de Duna?

Até dez mil anos antes dos eventos de Duna, os seres humanos utilizavam inteligência artificial avançada para auxiliarem em diversas tarefas, substituindo o homem em algumas áreas vitais. Na saga original do Frank Herbert não fica claro como o evento ocorreu.

Há duas versões conflitantes entretanto, uma da Enciclopédia de Duna, escrita por Willis E. McNelly em que a revolta foi contra os seres humanos donos desses robôs, que estavam substituindo outros seres humanos e a do prelúdio escrito por Brian Herbert e Kevin J. Anderson em que a revolta foi contra as próprias máquinas, com o estopim do conflito sendo um robô chamado Erasmus que mata o bebê de Serena Butler para fazer um experimento.

De qualquer forma, a lição aprendida após o conflito foi que a estagnação causada pela dependência exacerbada por uma máquina, fazendo com que ela até mesmo pense no lugar das pessoas causa enfraquecimento a ponto de deixar a raça humana em risco de extinção.

Várias convenções foram criadas para evitar que tal catástrofe se repita, com a grande bíblia de Orange em que há os versos “O homem não será substituído” e “Não criará uma máquina à semelhança da mente de um homem”, portanto os próprios seres humanos é que teriam que desenvolver seus cérebros para suprir essa falta, assim surgiram os mentats.

Logo após a queda das máquinas surgiram as primeiras escolas mentats, que desenvolveriam e ensinariam essa profissão criada para substituir os computadores e máquinas pensantes. Seguindo a mesma filosofia, tanto as bene gesserit e os navegadores da guilda espacial desenvolveram suas mentes e corpos, cada um à sua maneira.

Curiosidades acerca dos mentats

  • O primeiro mentat foi Gilbertus Albans, que desenvolveu seu pensamento cognitivo e capacidade de cálculo necessárias.
  • Os mentats são mais do que apenas computadores humanos, eles desenvolveram habilidades de memória e percepção, que foram fundamentos pa sua capacidade de hipótese, estratégia e tática, nessa área superando até mesmo as antigas máquinas pensantes.
  • Os mentats desenvolveram uma técnica de preservar o que eles chamam de “a mente ingênua”, uma mente supra lógica, em que o fluxo de pensamentos ocorre sem a intromissão de nenhum tipo de preconceito, extrair padrões ou lógicas essenciais de dados e fornecer, com graus variados de certeza, conclusões úteis. Quando eles têm dados suficientes eles podem até mesmo prever o futuro com uma precisão não tão inferior à presciência que possui o Kwisatz Haderach e os navegadores em menor grau.
  • Para aumentar suas habilidades cognitivas os mentats podem fazer uso de uma substância chamada suco de sapho, mas usá-lo leva ao vício. Após consumido o líquido, o imenso poder de processamento dos mentat é aumentado em até três vezes mais. O uso repetido colore parte dos lábos do indivíduo de um vermelho intenso
  • Por causa de suas preciosas habilidades os mentat são utiizados como conselheiros, estrategistas militares e profissões desse tipo dentro das grandes casas. Dentre os mentats que aparecem no primeiro livro da saga Duna, Thufir Hawat, o mestre dos assassinos que trabalha para os Atreides é considerado como uma lenda entre esses processadores humanos, com até mesmo o imperador Shaddam IV temendo suas capacidades.

  • Outro Mentat que aparece na história é o maligno Piter Devries, que auxilia o barão Vladimir Harkonnen em suas terríveis maquinações. Ele é completamente viciado em suco de sapho e em melange, possuindo os lábios vermelhos e o olho de azul intenso de “Ibad”, devido ao consumo exagerado de ambas as substâncias.
  • O próprio Paul Atreides é também um mentat, sendo treinado desde a tenra infância por Thufir Hawat sem perceber os reais propósitos dos ensinamentos.

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Publicado por Daniel Tanan

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