Devil May Cry é uma das maiores franquias da Capcom. Altamente influente para toda a indústria dos videogames, o primeiro game foi pioneiro no gênero hack n’ slash, da qual pertencem jogos como God of War e Darksiders. Desde que o irreverente Dante apareceu em Devil May Cry de 2001, vem conquistando diversos jogadores com suas habilidades e combos alucinados. Com o novo jogo, Devil May Cry 5 chegando às lojas essa semana, chegou a hora de analisar os altos e baixos, ranqueando toda a série do pior ao melhor.

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5. Devil May Cry 2.

Arius, um maligno corporativista pretende invocar o demônio Argosax para obter um poder supremo, ameaçando a estabilidade mundial. Lucia então pede a ajuda de Dante, o lendário caçador de demônios para impedir tal catástrofe. O jogo está na pior posição por inúmeras razões, uma delas é a personalidade de Dante, alterada sem explicação. No jogo anterior ele era extrovertido, brincalhão e atrevido, agora ele é sério, mal fala e é completamente sem graça. A qualidade do gameplay é substancialmente menor que a de seu predecessor, sendo o combate repetitivo, tendo chefes fáceis demais, muitas vezes sem necessidade de estratégia alguma para vencê-los. O detalhamento rico do primeiro game foi sacrificado a favor de um mundo mais aberto nessa sequencia, que acabou se mostrando algo desnecessário para o jogo.

4. Devil May Cry

Uma misteriosa mulher chamada Trish avisa Dante que o Imperador demônio Mundus, responsável pela morte dos seus pais, planeja retornar ao mundo. O caçador de demônios então decide investigar o antigo castelo de Mundus. O primeiro jogo da série não está aqui por ser ruim, muito pelo contrário. O game concebeu um estilo de gameplay completamente novo, o hack n’ slash, que viria a se tornar uma febre na geração do PS2 e nas que viriam a seguir. O jogo possui um rico detalhamento em seu design, um sistema de combate bem elaborado e chefes muito difíceis. Inclusive, esse é indubitavelmente o mais difil da franquia, pessoalmente, passei horas e horas tentando passar de chefes como Nightmare e Mundus. É um bom jogo, mas acabou ficando datado e os jogos a seguir o superaram em diversos aspectos.

3. DmC: Devil May Cry

O demônio Mundus está prestes a concretizar seu plano de dominação do mundo dos humanos, entretanto há dois grandes obstáculos em seu caminho: Os irmãos Dante e Vergil, os Nephilins, filhos do lendário Sparda. O jogo trata-se de um reboot da série, que pareceu inesperado, visto que a série estava vendendo bem, mas a Capcom, insatisfeita, entregou a produção ao estúdio ocidental Ninja Theory para ver se o jogo venderia melhor por aqui. Apesar de muita controvérsia, com os fãs enraivecidos com o rumo que a franquia havia tomado, a Ninja Theory conseguiu entregar um ótimo trabalho. Eu iria longe o bastante para dizer que é o Devil May Cry com o melhor gameplay. Dante está ágil como nunca, a quantidade de combos diferentes possíveis nesse game é insana e os chefes continuam interessantes e alguns são até marcantes. As vendas não foram tão altas quanto o que a Capcom queria, prova disso é o retorno a série original com Devil May Cry 5.

2. Devil May Cry 4.

Nero e Dante se unem para deter uma maligna organização religiosa chamada “order of the sword”. Devil May Cry 4 de 2008 apresenta um novo personagem, Nero. O gameplay aprimora tudo que foi mostrado até então em termos de combate nos jogos anteriores, os controles respondem muito melhor, os movimentos são fluidos e os combos são mais fáceis de serem executados. Nero possui uma garra demoníaca que o auxilia em combate agarrando os inimigos, abrindo possibilidades para diversas variações de combo. Jogando com Dante, a novidade é que o jogador pode alternar livremente entre os estilos de combate apresentados no jogo anterior, deixando o combate mais variado. É o jogo mais vendido da franquia e recomendo bastante a versão Special Edition disponível para Playstation 4, Xbox One e PC, que entre outros conteúdos especiais, permite que você jogue a campanha com Lady, Trish e Vergil.

1. Devil May Cry 3: Dante’s Awakening.

Anos antes do primeiro Devil May Cry, Arkham, um homem estranho, avisa Dante que seu irmão, Vergil, o convida. Um Dante mais jovem aceita o convite como um desafio. Depois das diversas criticas negativas a Devil May Cry 2, a Capcom decide voltar ao básico, Dante irreverente com um ambiente mais fechado, um capricho maior com os detalhes e batalhas mais desafiadoras. Foi implementado um sistema de estilos, que amplifica as possibilidades no combate. Os gráficos são impressionantes, está entre os melhores gráficos do PS2 sem sombra de duvidas. O jogo introduz alguns dos personagens mais queridos da série com Lady, Vergil, Arkham e seu alter ego, Jester. Admito que a minha escolha para a primeira posição foi afetada pelo lado afetivo, pois esse foi o primeiro Devil May Cry que joguei e minha introdução a série.

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