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Silent Hill: Townfall ganha trailer inédito e revela terror em primeira pessoa na Escócia

Konami revela trailer completo de Silent Hill: Townfall no State of Play. Jogo de terror psicológico desenvolvido pela Screen Burn coloca jogadores na pele de Simon

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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A Konami Digital Entertainment finalmente quebrou o silêncio sobre um dos projetos mais aguardados da franquia. Durante o State of Play da Sony Interactive desta quinta-feira (12), a empresa revelou o trailer completo de SILENT HILL: Townfall, oferecendo o primeiro olhar detalhado sobre o título que promete renovar o terror psicológico da série ainda este ano.

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Desenvolvido pela Screen Burn e copublicado pela Annapurna Interactive, o jogo é descrito como uma experiência independente e completa, ambientada no cenário frio e isolado da Escócia. Com a divulgação das novas imagens, que aprofundam o teaser misterioso de 2022, o título já está disponível para ser adicionado às listas de desejos das lojas digitais.

O mistério de St. Amelia

A trama coloca os jogadores na pele de Simon Ordell, um homem chamado de volta à ilha de St. Amelia com a vaga missão de “acertar as coisas”. Ao chegar, ele encontra uma cidade silenciosa, coberta por uma neblina densa e aparentemente abandonada, mas longe de estar em paz.

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O mistério começa com os itens que Simon carrega: além de suas roupas, ele possui apenas uma bolsa de soro e uma pulseira médica com seu nome. Sem pistas claras, o protagonista é guiado por vozes captadas através de uma TV analógica portátil encontrada pelo caminho, aventurando-se cada vez mais fundo na ilha para compreender sua conexão com o local e seus habitantes.

Jogabilidade: Sobrevivência e Sinais

Diferente dos títulos clássicos em terceira pessoa, SILENT HILL: Townfall será vivenciado inteiramente em primeira pessoa. A jogabilidade foca na tríade: explorar, escapar e sobreviver. Simon terá acesso a um conjunto limitado de armas e ferramentas, tornando a evasão tensa e o combate, quando inevitável, frenético.

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A televisão de bolso não é apenas um adereço narrativo, mas uma ferramenta central para sintonizar sinais instáveis e resolver enigmas que revelam “uma verdade que se recusa a permanecer oculta”. A proposta busca aprimorar o terror psicológico característico da franquia, mantendo os temas centrais de mistério, tragédia e perda.

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