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Acidente fatal: paraquedista morre em Boituva após falha no equipamento

Carolina Muñoz Kennedy, de 40 anos, morreu em Boituva após problemas com o paraquedas durante um salto.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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Paraquedista morre em acidente durante salto em Boituva

Uma tragédia marcou o último sábado (26) em Boituva, interior de São Paulo, com a morte de Carolina Muñoz Kennedy, de 40 anos, durante um salto de paraquedas. Conhecida como Carito, a paraquedista enfrentou problemas com seu equipamento, resultando em um acidente fatal que chocou a comunidade local.

Problemas no paraquedas e queda fatal

Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), Carolina estava realizando um salto quando o paraquedas principal não funcionou corretamente. O paraquedas reserva foi acionado, mas, por razões ainda desconhecidas, também não operou de forma adequada, resultando na queda da paraquedista. O incidente ocorreu por volta das 17h40, na rua Alzira Agostinho Atalla, no bairro Cidade Jardim.

Um funcionário da escola de paraquedismo responsável pela operação compareceu à delegacia na mesma noite, relatando que Carolina havia enfrentado dificuldades durante o salto. A SSP registrou o caso como morte suspeita/acidental e solicitou exames ao Instituto Médico Legal (IML).

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Carito e sua paixão pelo paraquedismo

Carolina Muñoz Kennedy era chilena e morava no Brasil há alguns anos. Além do paraquedismo, a atleta também praticava mergulho em apneia e costumava compartilhar suas experiências nas redes sociais. A comunidade de paraquedismo está em luto pela perda da atleta, que completou 40 anos apenas dois dias antes do acidente.

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Histórico de acidentes em Boituva

Boituva é conhecida como um dos principais centros de paraquedismo do Brasil, mas a região já registrou outros acidentes trágicos. Em junho deste ano, o paraquedista colombiano Jhovanny Duran sofreu uma queda enquanto se preparava para um salto, após o tecido de um balão rasgar. Embora tenha se ferido, ele conseguiu acionar o paraquedas e pousar com segurança.

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Em outubro do ano passado, o empresário Humberto Siqueira Nogueira, de 49 anos, morreu após um salto na mesma região, não resistindo aos ferimentos. Em julho de 2022, o aluno de paraquedismo Andrius Jamaico Pantaleao, de 38 anos, também perdeu a vida ao cair sobre a cobertura de uma casa no bairro Cidade Jardim.

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A Confederação Brasileira de Paraquedismo (CBPq) foi contatada para comentar sobre o incidente, mas não havia respondido até a publicação desta reportagem. As autoridades locais seguem investigando o acidente para entender as circunstâncias que levaram à fatalidade.

Tags: #Paraquedas
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