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Amanda Seyfried conta que precisou contratar guarda-costas após polêmica com Charlie Kirk

A atriz disse que não se arrepende do comentário e que voltaria a expressá-lo. A entrevista foi publicada pela GQ britânica.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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Um comentário que saiu caro

Em setembro de 2025, Charlie Kirk foi assassinado durante um evento na Utah Valley University, aos 31 anos. Pouco depois, Amanda Seyfried comentou numa publicação do Instagram que reunia falas polêmicas do ativista conservador, chamando-o de “odioso”. O comentário gerou uma avalanche de reações hostis de apoiadores de Kirk, que interpretaram a declaração como uma justificativa para o assassinato.

A situação escalou a ponto de Seyfried precisar contratar um guarda-costas. Em entrevista de capa à GQ britânica publicada nesta segunda-feira, ela descreveu o episódio com surpresa: “De repente me vejo com um guarda-costas no aeroporto. Isso é uma loucura.”

A posição que ela manteve

Seyfried não recuou. Em dezembro de 2025, já havia dito publicamente que não iria se desculpar pelo que disse. Na entrevista à GQ, repetiu a postura: tem o direito de expressar suas opiniões desde que não sejam prejudiciais a ninguém. Ela reconhece que o comentário criou a impressão errada para parte do público, mas insiste que o que disse estava baseado em falas e registros reais.

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“Existe um medo, um ódio e um impulso desmesurados de atacar e destruir”, disse. “E eu experimentei uma pequena fração disso.”

O que a impulsionou a falar

A atriz disse que quer que os filhos, Nina, 9 anos, e Thomas, 5 anos, cresçam sentindo que podem expressar opiniões sem medo. É exatamente essa liberdade que ela sentiu ameaçada quando precisou de segurança pessoal para circular. Seyfried não pediu desculpas pelo conteúdo do que disse, mas reconheceu que poderia ter escolhido um momento diferente para o comentário, dado o contexto da morte recente de Kirk.

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Kirk deixou esposa e dois filhos pequenos. Seyfried havia escrito no Instagram, logo após a polêmica inicial, que a morte do ativista era “absolutamente perturbadora e deplorável em todos os sentidos imagináveis” e que ninguém deveria passar por aquele nível de violência.

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