Cinema

Crítica | Interceptor é um dos piores filmes da ação dos últimos anos

A bomba escondida da Netflix.

Lucas Nascimento
Lucas Nascimento Redação
2 min de leitura

A Netflix lançou em seu catálogo mundial na última semana, bem na surdina, o filme de ação original Interceptor, que marca a estreia do autor Matthew Reilly na direção de longas metragens – após uma carreira na literatura de espionagem.

Apesar das boas intenções de criar um longa de ação aos moldes do brucutu-fest dos anos 80 e 90, mas com a figura feminina de Elsa Pataky (Velozes e Furiosos 5: Operação Rio), o filme é vergonhosamente ruim, e oferece uma prévia do tipo de filme de orçamento baixo que a Netflix promete lançar no futuro. Temeroso.

Mal escrito por Reilly e o perdido Stuart Beattie (do ótimo Colateral), é difícil de comprar a proposta absurda e, infelizmente, nem a pancadaria e nem a presença limitada de Pataky fazem o investimento valer a pena – tudo na tela parece barato e sem o menor capricho estético. Se a ação fosse boa, até compensaria a história ruim (como é o caso de diversos clássicos do gênero), mas nem nisso Interceptor é bem sucedido.

Isso sem falar na bizarra participação especial do produtor executivo e marido de Elsa Pataky, um certo Chris Hemsworth…

Confira a análise mais aprofundada de Interceptor no canal de YouTube do Lucas Filmes.

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