Crítica | O Homem de Toronto reprisa fórmula da comédia de ação na Netflix
Um filme inofensivo.

Desde que Alfred Hitchcock lançou seu seminal Intriga Internacional na década de 1950, Hollywood se mostrou fascinando pela fórmula da identidade trocada. Especialmente se esta envolve um homem normal sendo levado por um mundo de ação e espionagem.
É a premissa básica deste O Homem de Toronto, produção da Sony Pictures que acabou adquirida pela Netflix no começo do ano, e que tenta reprisar a fórmula consagrada da comédia de ação.
A trama nos apresenta a Teddy (Kevin Hart), que acaba sendo confundido com um notório matador de aluguel conhecido como Homem de Toronto (Woody Harrelson). Agora trabalhando com o FBI e com o próprio matador, ele embarca em uma aventura bizarra para capturar um general venezuelano.
Dirigido por Patrick Hughes (dos dois filmes de Dupla Explosiva), O Homem de Toronto não apresenta grandes novidades, mas é surpreendentemente bem conduzido no setor de ação e traz um Harrelson bem inspirado na veia cômica.
Confira a crítica completa no canal de YouTube do LucasFilmes.
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