Diretor criativo de Assassin’s Creed Hexe deixa a Ubisoft
Clint Hocking, diretor criativo de Assassin's Creed Hexe, deixou a Ubisoft em meio à reestruturação da franquia.
A profunda reestruturação na liderança da franquia Assassin’s Creed fez mais uma movimentação de peso nos bastidores da Ubisoft. Um porta-voz da empresa confirmou que o veterano Clint Hocking, diretor criativo responsável pelo aguardado Assassin’s Creed Codename Hexe, está deixando a desenvolvedora francesa. A saída ocorre pouco tempo após a formação da Vantage Studios, uma nova subsidiária focada exclusivamente em guiar o futuro da aclamada série dos assassinos.
O desenvolvimento do título, no entanto, não será paralisado. Segundo o comunicado oficial da Ubisoft divulgado pelo portal VGC, a produção de Hexe continuará nas mãos de uma equipe experiente, e o estúdio garante que a experiência final entregará algo verdadeiramente distinto dentro do universo da marca. A empresa também agradeceu as contribuições criativas e a visão de Hocking ao longo dos anos, prometendo compartilhar mais informações oficiais sobre o estado do jogo no futuro.
O novo diretor e a volta às raízes
Para preencher a lacuna na direção de um projeto tão aguardado, a Ubisoft recorreu a um nome de extrema confiança dentro de seus próprios estúdios. O cargo de diretor criativo de Assassin’s Creed Hexe será assumido por Jean Guesdon, que muito recentemente foi nomeado como o novo Chefe de Conteúdo de toda a franquia. Guesdon é um veterano consagrado da casa, possuindo em seu currículo a direção criativa de títulos aclamados pelos fãs e pela crítica, como Assassin’s Creed IV: Black Flag e Assassin’s Creed: Origins.+1
A chegada de Guesdon à liderança de Hexe acompanha a recente confirmação de que o projeto contratou seu roteirista principal, um profissional que também já possui bagagem escrevendo para Origins, Valhalla e Mirage. Pelas informações já reveladas sobre a premissa do jogo, a promessa é de um resgate de elementos mais tradicionais da série. O título contará com uma protagonista feminina chamada Elsa e adotará um tom sombrio, sendo ambientado na Europa Central do século XVI, em pleno auge da caça às bruxas durante o Sacro Império Romano-Germânico.