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Finale de Stranger Things divide fãs com batalha anticlimática e epílogo emocional

Episódio final de Stranger Things temporada 5 decepciona parte dos fãs por luta rápida contra Vecna e ausência de mortes.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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Stranger Things encerrou sua trajetória de quase uma década com “The Rightside Up”, episódio final da quinta temporada lançado na Netflix em 31 de dezembro de 2025. O capítulo de duas horas derrotou Vecna de forma rápida — com Joyce Byers decapitando o vilão após Eleven o enfraquecer — e focou em epílogo ambientado 18 meses depois, mostrando os sobreviventes em vidas normais e felizes.

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A batalha contra o Mind Flayer em forma kaiju durou poucos minutos, resolvida com ataques coordenados e armas improvisadas. Nenhum personagem principal morreu, e o Upside Down foi destruído permanentemente. Eleven aparentemente se sacrificou, mas teoria de Mike sugere sobrevivência via ilusões de Kali, deixando o destino ambíguo.

O finale dividiu profundamente a audiência, gerando debates intensos nas redes sociais.

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Críticas à resolução rápida e falta de riscos

Muitos fãs consideraram o desfecho anticlimático após anos de buildup. “Vilão principal morto no meio do episódio, ninguém importante morre, sem explicação sobre origem de Henry Creel e salto temporal de apenas 18 meses”, resumiu um usuário no X, comparando ao finale de The Umbrella Academy.

Outros reclamaram da luta: “Mind Flayer aterrorizou por temporadas, mas derrotado em minutos com lógica de videogame”. Críticas apontam plot holes, como ausência de Demogorgons na batalha final e resolução fácil de ameaças militares. “Mais Marvel do que Stranger Things: sem stakes reais, power of friendship vence tudo”, escreveu outro.

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Parte da insatisfação envolve Eleven: sacrifício visto como cop-out ou repetitivo de temporada 2. Comparações a Game of Thrones surgiram, com acusações de “final seguro” para não frustrar fãs.

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Elogios ao foco emocional e fechamento de arcos

Do outro lado, defensores celebraram o tom esperançoso. “Finale perfeito: intenso, satisfatório e exatamente como queria para Eleven”, postou um fã. O epílogo — inspirado em O Retorno do Rei, com vislumbres de futuros felizes — emocionou muitos: Steve como treinador, Will aceitando sexualidade, Dustin na universidade, casais consolidados.

“Não precisava de mortes chocantes; após tanto trauma, merecem paz”, argumentou outro. Créditos com ilustrações como fichas de D&D e “Heroes” de David Bowie foram destacados como toque nostálgico perfeito.

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Os irmãos Duffer priorizaram crescimento e amizade sobre tragédia, reformando falhas da temporada como buildup para catarse emocional.

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