Cinema

Mel Gibson revela novidades sobre sequência de “A Paixão de Cristo”, intitulada “A Ressurreição de Cristo”

Mel Gibson compartilhou atualizações sobre "A Ressurreição de Cristo", sequência de "A Paixão de Cristo", revelando início das filmagens para 2026

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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Mel Gibson atualiza sobre sua sequência de “A Paixão de Cristo”, revelando o título oficial “A Ressurreição de Cristo”, e os planos para iniciar as filmagens em 2026.

Mel Gibson compartilhou novas informações sobre sua sequência muito esperada de “A Paixão de Cristo”, filme que foi lançado em 2004 e fez enorme sucesso. Durante uma participação no podcast de Joe Rogan, o diretor e ator revelou que a produção de “A Ressurreição de Cristo” pode começar em 2026. O projeto está em desenvolvimento desde 2016, e, segundo Gibson, ele está escrevendo o roteiro ao lado de Randall Wallace.

Gibson mencionou que o conteúdo da sequência será bem diferente do que foi visto no primeiro filme. “Nunca li nada parecido”, afirmou ele, destacando a complexidade e as “coisas malucas” que estão sendo discutidas. Para contar a história de forma adequada, Gibson explicou que o filme começará com a queda dos anjos, levando a história para “outro reino”, e irá explorar elementos como o inferno.

Além disso, o cineasta revelou o título oficial da sequência: “A Ressurreição de Cristo”. No ano passado, fontes indicaram que Gibson estava explorando locais de filmagem na Europa, incluindo Malta e a região de Puglia, no sul da Itália.

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Em uma entrevista anterior, Gibson já havia explicado que “Ressurreição” não seguiria uma narrativa linear, combinando eventos do passado, futuro e de “outros reinos”, criando um tom que mistura o sobrenatural com o estilo sci-fi.

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O filme original, “A Paixão de Cristo”, que aborda os últimos dias de Jesus até sua crucificação, foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 612 milhões mundialmente. No entanto, o filme também gerou controvérsias, especialmente devido à percepção de que ele culpava líderes judeus pela morte de Jesus, o que alimentou um debate acirrado, mas também contribuiu para o interesse do público, especialmente com igrejas reservando salas de cinema para os fiéis.

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