Cinema

Toy Story 5 está fazendo críticos chorarem e já é o favorito do ano

Jessie assume o centro da história pela primeira vez enquanto um tablet ameaça o vínculo dos brinquedos com Bonnie.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
3 min de leitura
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Trinta anos depois, a Pixar ainda sabe o que está fazendo

Toy Story chegou aos cinemas em novembro de 1995 como o primeiro longa-metragem inteiramente feito em animação computadorizada da história. Três décadas depois, o quinto filme da franquia acaba de ser exibido para a imprensa, e as primeiras reações sugerem que a Pixar encontrou uma forma de fazer a saga continuar sem soar forçada. Toy Story 5 estreia nos cinemas brasileiros em 18 de junho.

Andrew Stanton, diretor oscarizado de Procurando Nemo e WALL-E, assina o longa pela primeira vez na cadeira do diretor de um Toy Story, após décadas trabalhando nos roteiros e histórias da série. É também a primeira vez que Jessie ocupa o centro da narrativa, com Woody e Buzz em papéis de suporte.

O que os críticos estão dizendo

As reações publicadas nas redes sociais após a première em Hollywood foram quase unanimemente positivas. O crítico Scott Menzel colocou o filme no mesmo nível dos três primeiros, descrevendo-o como um retorno à forma da Pixar com equilíbrio perfeito entre humor e emoção. A editora de artes da Variety, Jazz Tangcay, chamou o resultado de “perfeição pura” e disse que a história que Jessie merecia finalmente foi contada.

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O personagem Smarty Pants, dublado em inglês por Conan O’Brien, emergiu como destaque unânime nos comentários, com múltiplos críticos apontando-o como um dos personagens mais marcantes de toda a franquia. A editora do Collider, Meredith Loftus, disse que o filme a pegou desprevenida emocionalmente e o colocou ao lado de Toy Story 2 e 3.

A vilã que não é exatamente uma vilã

O conflito central do filme gira em torno de Lilypad, um tablet inspirado no iPad que passa a competir pela atenção de Bonnie. O diretor Andrew Stanton descreveu o dispositivo como algo que ameaça os brinquedos não por maldade, mas por competência: Lilypad quer ajudar Bonnie a se desenvolver, só que com ferramentas completamente diferentes das que Jessie acumulou em anos de experiência. É uma dinâmica que o próprio filme reconhece como familiar, e que aposta na tensão entre o analógico e o digital para extrair emoção genuína.

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Woody retorna depois de seu adeus em Toy Story 4 mais velho e experiente, reunindo-se com Buzz, Jessie e o restante do grupo de Bonnie para enfrentar a nova ameaça. Greta Lee dá voz a Lilypad, e Randy Newman volta para assinar a trilha sonora, mantendo a identidade musical que acompanha a franquia desde o início.

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