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Blake Lively é acusada de hipocrisia por ex-funcionários de antigo negócio fracassado

Após denunciar Justin Baldoni, Blake Lively é lembrada por ex-funcionários de sua empresa fracassada, acusada de ambiente tóxico e amadorismo.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
3 min de leitura

Passado conturbado de Blake Lively volta à tona após disputa judicial com Justin Baldoni

A atriz Blake Lively voltou a ser alvo de manchetes negativas nesta semana, não apenas pelo seu processo contra o ator e diretor Justin Baldoni, mas também por acusações antigas envolvendo um empreendimento pessoal fracassado. Segundo reportagem do Daily Mail, ex-funcionários da Preserve — marca e site de lifestyle fundado por Lively em 2014 — descreveram o ambiente de trabalho como “tóxico, caótico e emocionalmente desgastante”.

O ressurgimento dessas denúncias ocorre em meio a uma intensa batalha judicial. Em dezembro de 2024, Blake processou Baldoni e seus sócios, alegando assédio sexual e um ambiente hostil durante as filmagens de É Assim que Acaba (2024), estrelado por ambos. A atriz ainda afirmou ter sido vítima de uma campanha de difamação orquestrada pelo diretor.

No entanto, Baldoni reagiu com processos milionários, exigindo US$ 250 milhões do New York Times por divulgar as denúncias e outros US$ 400 milhões de Lively e seu marido, Ryan Reynolds, por extorsão, difamação e invasão de privacidade.

“Ironia profunda”, dizem ex-funcionários da Preserve

Criada por Lively como uma tentativa de repetir o sucesso do Goop, de Gwyneth Paltrow, a Preserve fechou em 2015, apenas um ano após seu lançamento. A empresa operava em um apartamento em Manhattan, pertencente ao irmão da atriz, Eric Lively, que também era responsável pela gestão.

Segundo fontes ouvidas pelo Daily Mail, Eric passava os dias “bebendo e fumando maconha” e, em diversas ocasiões, deixava os funcionários na rua enquanto dormia ou os forçava a trabalhar sentados no chão. Uma das funcionárias teria inclusive se envolvido romanticamente com ele, apesar de ele ser casado.

“As alegações que Blake está fazendo agora são profundamente irônicas”, disse um ex-funcionário. “A Preserve foi um dos ambientes mais insanos e desorganizados que você pode imaginar.”

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Outros relatos afirmam que, ao fechar a empresa, Blake Lively fez com que os funcionários assinassem acordos de confidencialidade, com indenizações que chegavam a US$ 300 mil após ameaças de ações legais.

Silêncio e repercussão

Até o momento, Blake Lively não se pronunciou sobre as revelações do Daily Mail. A nova polêmica, porém, já ganhou eco nas redes sociais, onde usuários discutem a aparente contradição entre suas acusações atuais contra Baldoni e o histórico conturbado de sua própria empresa.

Enquanto o caso segue nos tribunais, a reputação de Blake Lively pode enfrentar um teste de fogo — desta vez, não por seus papéis no cinema, mas pelo que ocorreu longe das câmeras.

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