Cinema

Casa Branca gera revolta ao usar filmes de Hollywood para promover guerra no Irã

A Casa Branca causou uma imensa polêmica nas redes sociais nesta semana. O governo publicou um vídeo explosivo para promover a Operação Fúria Épica no Irã. A montagem mistura imagens reais de ataques de drones com diversos trechos de filmes famosos de Hollywood. A atitude gerou revolta imediata do público e fortes críticas de celebridades.Publicidade […]

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
2 min de leitura
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A Casa Branca causou uma imensa polêmica nas redes sociais nesta semana. O governo publicou um vídeo explosivo para promover a Operação Fúria Épica no Irã. A montagem mistura imagens reais de ataques de drones com diversos trechos de filmes famosos de Hollywood. A atitude gerou revolta imediata do público e fortes críticas de celebridades.

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O vídeo frenético exibe cortes de grandes sucessos como Gladiador, Coração Valente, Homem de Ferro e Top Gun. Séries aclamadas como Breaking Bad e filmes como Deadpool também aparecem na propaganda governamental. A edição termina de forma bombástica com uma locução declarando uma vitória impecável. O tom comemorativo desagradou profundamente diversos setores da sociedade civil.

A dura reação de Ben Stiller e da imprensa

O ator e diretor Ben Stiller repudiou publicamente o uso do seu filme Trovão Tropical na montagem. Ele usou a rede social X para exigir que o governo americano remova a sua cena. O astro afirmou categoricamente que nunca concedeu permissão para o uso da imagem. Stiller finalizou seu desabafo destacando que não quer participar dessa máquina de propaganda militar.

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Jornalistas e formadores de opinião também criticaram a postura da administração de Donald Trump. O jornalista Séamus Malekafzali classificou o material como a produção governamental mais humilhante da história. O apresentador Nick Bryant questionou se existem adultos na Casa Branca para compreender o horror do conflito. O clima de celebração pareceu totalmente insensível diante dos recentes desdobramentos da guerra.

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O histórico de atritos com a classe artística

A agência Reuters publicou um relatório devastador na véspera do lançamento do vídeo promocional. Investigadores militares americanos acreditam que as forças do país atingiram uma escola para meninas no Irã. Esse ataque teria causado a morte trágica de dezenas de crianças no último sábado. A revelação da imprensa tornou o tom vitorioso do vídeo ainda mais inadequado perante a opinião pública.

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Este não é o primeiro embate direto entre a atual Casa Branca e os artistas americanos. A cantora Sabrina Carpenter proibiu o uso de sua música Juno em vídeos sobre deportação em dezembro. Olivia Rodrigo fez um pedido semelhante no mês anterior envolvendo a faixa All-American Bitch. O cantor Kenny Loggins também barrou o hit Danger Zone em imagens que mostravam caças atacando manifestantes.

Tags: #Casa Branca
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