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Cíntia Chagas assume namoro com Barrichello sem abrir mão da liberdade

Cíntia Chagas assume namoro com Rubens Barrichello meses depois de defender publicamente a vida a dois.

Matheus Fragata
Matheus Fragata Redação
3 min de leitura

Cíntia Chagas confirmou o namoro com o ex-piloto Rubens Barrichello durante uma viagem à Itália, poucos meses depois de fazer um desabafo público defendendo a vida a dois sem parceiro fixo em casa. A apresentadora, que também assina como escritora, publicou nas redes sociais que está “namorando e muito feliz”, encerrando as especulações que cercavam a relação dos dois.

O relacionamento chama atenção justamente por contrastar com o texto que ela havia compartilhado em maio, época em que também foi fotografada ao lado do ator Murilo Benício. Na ocasião, Chagas afirmou publicamente que não tinha “vocação” para dividir a rotina com um homem em casa, elogiando a liberdade de acordar tarde, jantar queijo com champanhe às 22h e não ouvir ninguém roncando ao lado.

Um desabafo construído em contrastes

No texto, publicado no Instagram, Chagas descreveu ponto a ponto o que outras mulheres valorizam no casamento e o oposto disso em sua própria rotina: enquanto algumas amam o barulho da família em casa, ela dizia amar o silêncio; enquanto outras gostam de encontrar o marido esperando, ela preferia chegar e não ver ninguém. A publicação terminava com a frase que resume o tom da apresentadora: “há mulheres e mulheres”.

Formação em Letras que virou quadro de televisão

Formada em Letras pela UFMG, Chagas transformou o domínio da língua portuguesa em carreira na televisão. Desde maio, ela comanda o quadro “Calma, que eu explico”, no Domingo Espetacular, no qual ensina de forma bem-humorada o uso correto do idioma e dicas de comunicação, reforçando a imagem de defensora da norma culta que carrega há anos.

A guinada para a literatura erótica

Também em maio, Chagas ampliou sua atuação como escritora ao lançar Sexo, Amor e Hipérboles, livro de contos eróticos apresentado em sessões de autógrafos em Belo Horizonte. Segundo a autora, o novo gênero não representa abandono dos valores associados à sua imagem pública, apenas a exploração de outra dimensão da experiência humana através da ficção.

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O humor ácido segue como marca registrada mesmo nos temas mais delicados. Ao comentar fidelidade conjugal, ela brincou que “o feio tem mais facilidade para ser monogâmico do que o bonito”, tratando a proposição quase como uma regra matemática.

As dores por trás do humor

Apesar do tom irônico predominante, o novo livro também abre espaço para reflexões sobre o fim do casamento de Chagas com o ex-deputado Lucas Bove, em 2024. O caso girou em torno de acusações de violência doméstica e psicológica contra ela, processo que resultou no indiciamento de Bove pela polícia e, posteriormente, na condição de réu do ex-deputado perante a Justiça. Ao tratar do assunto na obra, a autora reconheceu publicamente os traumas deixados pela experiência.

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