Últimas
Feige confirma que ‘sempre há planos’ para Homem-Aranha 5 após recorde históricoHomem-Aranha: Um Novo Dia ultrapassa US$ 1 bilhão em apenas 6 diasFeige confirma que Jean Grey terá papel-chave no futuro do UCM, além de Homem-AranhaAndrew Garfield revela a única condição para voltar a ser o Homem-AranhaGeorge R.R. Martin quebra silêncio no blog e revela ano marcado por depressãoKevin Feige reconhece que Quarteto Fantástico: Primeiros Passos decepcionou nas bilheteriasA Odisseia faz jogadores voltarem a Assassin’s Creed Odyssey, 8 anos depoisMicrosoft prepara chegada de jogos de Xbox 360 ao PC, revela documento vazado
Bastidores®
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
Catálogo

Crítica | Busca Implacável 3

Busca Implacável 3 fracassa como espetáculo de ação e também na tentativa de elaborar uma trama mais esperta do que poderia

Lucas Nascimento
Lucas Nascimento Redação
9 de julho de 2016 · 3 min de leitura
Crítica | Busca Implacável 3

“Nem sei quantas vezes já disse que sinto muito”, desabafa o herói Bryan Mills (Liam Neeson) para sua filha Kim (Maggie Grace), antes de partir para mais uma cruzada desenfreada contra bandidões gringos genéricos. Confesso que ri, já que a frase inadvertidamente satiriza o descontrole que o apenas eficiente Busca Implacável gerou, expandindo loucamente seu conceito simplista.

A trama começa quando o agente Bryan Mills é incriminado e acusado de assassinar sua ex-esposa, Lenore (Famke Janssen). O marido desta, Stuart St. John (Dougray Scott) então coloca o policial Franck Dotzler (Forest Whitaker) para caçar o acusado. Enquanto isso, Mills corre contra o tempo para descobrir quem é o responsável pela armação.

Imagino que a ideia para o roteiro de Busca Implacável 3 tenha sido enquanto Luc Besson e Robert Mark Kamen tomavam umas durante uma exibição de O Fugitivo na televisão, já que a premissa deste filme é descaradamente idêntica à daquele protagonizado por Harrison Ford. A diferença é que pouco faz sentido aqui, desde as reviravoltas absurdas até a gritante obviedade quanto à identidade do antagonista (olha, dá pra sacar em 10 minutos de filme sem dificuldade alguma), que revela a intenção dos realizadores em criar uma plot que envolva toda a família – se no primeiro Mills era um vingador solitário, aqui é um programa dominical para Mills e seus amigos.

Pior: se a trama é indiferente, e uma mera desculpa para que possamos  ver Liam Neeson quebrando tudo e protagonizando cenas de ação, que estas sequências sejam, no mínimo, estimulantes. Olivier Megaton (responsável também pelo fraco segundo filme) revela-se um mestre na arte de cenas de ação incompreensível, adotando uma câmera incessante e retardada (alguém consegue decupar a perseguição de carro na rodovia e me explicar passo a passo o que diabos acontece ali?), enquanto os montadores Audrey Simonaud e Nicolas Trembasiewicz merecem um prêmio por serem incapazes de manter um plano com mais de 10 segundos, exagerando nos cortes rápidos, mesmo que seja uma simples conversa entre dois personagens imóveis.

Publicidade

Mas ainda entretém ver a intensidade de Liam Neeson durante a correria e a pancadaria. Tudo bem que soa cômico e bem menos impactante ver um herói de ação gritando “você matou minha ex-esposa!”, mas o ator consegue render bons momentos com Maggie Grace, onde Mills libera seu lado mais suave. Diverte também ver como a franquia percebeu a capacidade de brincar com elementos “iconizados” no primeiro filme, como quando Mills ameaça: “Quando você sair, eu vou te encontrar… E nós sabemos o que eu vou fazer” ou a ironia de trazê-lo terminando uma ligação de telefone com “Boa sorte”, tal como o sequestrador no filme de 2008.

Busca Implacável 3 fracassa como espetáculo de ação e também na tentativa de elaborar uma trama mais esperta do que poderia ser, salvando-se apenas a presença de Liam Neeson e um ou dois bons momentos. Já é hora de aposentar Bryan Mills.

Tags: #Famke Janssen #Liam Neeson #Luc Besson
Compartilhar: Twitter Facebook WhatsApp
Lucas Nascimento
Escrito por

Lucas Nascimento

Estudante de audiovisual e apaixonado por cinema, usa este como grande professor e sonha em tornar seus sonhos realidade ou pelo menos se divertir na longa estrada da vida. De blockbusters a filmes de arte, aprecia o estilo e o trabalho de cineastas, atores e roteiristas, dos quais Stanley Kubrick e Alfred Hitchcock servem como maiores inspirações. Testemunhem, e nos encontramos em Valhalla.

Ver todos os posts →
Carregando próxima leitura…
Bastidores®

Aqui a crítica acontece!

📣 Quer anunciar?

Manda um email pro Matheus: matheus@nosbastidores.com.br

Membro do OpenCritic

Navegação

  • Início
  • Notícias
  • Críticas
  • Artigos
  • Listas

Legal

  • Privacidade
  • Termos
  • Cookies
© 2026 Bastidores. Todos os direitos reservados. feito com café por matheus serafim

Olá, gostaria de entrar e comer um cookie?

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.

Política de Privacidade · Política de Cookies · Termos de Uso

Preferências de cookies

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.