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Crítica | Cinderela Pop – O repetitivo conto da princesa

Cinderela Pop vai muito na onda das produções teens que tenta se segurar em suas personalidades pops do elenco, tanto da internet quanto da tv

Gabriel Danius
Gabriel Danius Redação
1 de março de 2019 · 6 min de leitura
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Era uma vez uma princesa que se apaixona pelo príncipe… e o resto já sabemos mais ou menos como termina. Os contos de fada tratam, em sua essência, de assuntos que quase sempre se repetem em suas diversas versões, mudando apenas a lição de moral ou as situações em que as personagens estão envolvidas. Esse é o mote de Cinderela Pop, produção dirigida por Bruno Garotti (Eu Fico Loko) e que tem como objetivo recriar a história clássica da Cinderela e a trazendo para os dias atuais. 

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Na trama, Cintia Dorella (Maisa) é uma garota que se apaixona por um cantor famoso (Filipe Bragança) e precisa, para chegar ao seu objetivo de ser dj e reencontrar seu príncipe, passar por cima das maldades impostas pela madrasta má (Fernanda Paes Leme) e por suas duas filhas igualmente maldosas. É uma história bastante simples, óbvia e que nada tem de original em relação ao que outras produções do gênero já abordaram. 

A releitura do clássico conto da princesa é inspirado no livro de Paula Pimenta e de mesmo nome. Talvez justamente por isso que o diretor tenha ficado preso em não fazer nada de novo, seguiu o roteiro do que foi criado no livro e acabou por não dar o seu toque na criação de algo mais original. Pegue a produção da Disney, Encantada, em que a personagem interpretada por Amy Adams acaba indo parar no mundo real, é o mesmo conto da princesa que já conhecemos mas que não se repete e consegue trazer uma história nova e inspiradora, algo que não acontece em nenhum momento com Cinderela Pop, que além de ser repetitivo no roteiro ao recriar o desenho da Disney é também esquecível em relação a sua história. 

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O pilar principal do longa é o conto de fada da garota e do garoto que se apaixonam a primeira vista, algo que poderia ser interessante se bem feito, mas que em Cinderela Pop acaba por mostrar o quão pobre é o roteiro. Não apenas por contar uma história que já estamos cansados de assistir, mas também por não trazer nenhuma mensagem relevante. O foco é apenas e inteiramente em contar o drama de Cinthia que não pode ser dj durante a noite porque o pai não permite que isso aconteça. Não há aprofundamento em relação a temas que poderiam ser importantes, como a amizade de Maisa com a sua amiga ou a relação complicada de sua personagem com a madrasta ou até mesmo a relação de pai e filha que é algo interessante de início, mas que depois se torna vazio. São temas interessantes, mas que não são bem trabalhados na trama, apenas abordados de modo superficial. 

O que deixa a narrativa menos sonolenta é o humor espontâneo que em alguns momentos parece segurar o filme com as tiradas e situações envolvendo Maisa e Filipe Bragança, mas a partir do segundo ato o diretor tenta focar em um drama envolvendo a protagonista e não consegue mais sair desse ponto do roteiro. O drama, por sinal, é algo realmente problemático, sempre que há uma tentativa de se fazer emocionar o telespectador, o filme acaba caindo em sua pior armadilha que são os personagens extremamente fracos e nas situações pessimamente exploradas. O filme perde a oportunidade de fazer com que o telespectador se emocione em diversos momentos, parece não saber se quer fazer humor ou drama.

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Em Cinderela Pop, quanto ao elenco, se salvam apenas Filipe Bragança e Giovanna Grigio com papéis medianos, mas com ótimas atuações. Filipe Bragança interpreta o príncipe cantor que se apaixona pela personagem de Maisa e por já ter uma bagagem como ator tira de letra o que o papel pede. Já Maisa ficou com a árdua tarefa de interpretar a princesa, que na realidade é uma garota que sonha em ser dj nas noites. Por ser uma protagonista o foco quase que inteiro está em sua personagem. Há de se frisar que se sai bem em um primeiro momento, mas a partir do segundo ato, quando começa a se desenvolver sua protagonista é que começa a se perceber que Maisa não tem força para segurar a história sozinha, por isso, a presença de Fernanda Paes Leme ajuda bastante para que o filme não se torne um fiasco total. Maisa se sai bem quando é ela mesma, mas quando tenta ser algo diferente acaba tendo uma atuação sem sal. 

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O elenco de apoio tem a missão de dar suporte para a dupla de protagonistas, mas o pouco tempo de câmera de todos acaba por não ajudar muito nessa questão. Fernanda Paes Leme faz a madrasta má e tem uma atuação bastante teatral, assim como todos os outros personagens. Marcelo Valle, o pai de Maisa no longa, também sofre dos problemas relacionados ao estilo de interpretação que marca a produção, teatral e novelesco, algo bastante problemático para um filme que tenta ser algo diferente do que já tem no cinema nacional.  Giovanna Grigio está ótima e mostra porque pode vir a se tornar uma das grandes atrizes de sua geração, pena que seu espaço no filme não seja do tamanho de seu talento. 

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Questões como essas, da interpretação e da criação dos personagens, passam pela mão do diretor, que tem o trabalho de fazer com que a atuação do elenco seja a melhor possível e a de criar personagens que sejam os mais interessantes para segurar o público. As escolhas feitas em relação ao roteiro também atrapalham demais, ainda mais em relação a personagem de Maisa, que a partir do terceiro ato se torna totalmente obsoleta e perde espaço para o personagem de Filipe Bragança e de Fernanda Paes Leme. 

Cinderela Pop vai muito na onda das produções teens que tenta se segurar em suas personalidades pops do elenco, tanto da internet quanto da tv, mas esquece o mais importante que é a história. Tentar fazer algo de diferente em um gênero com tantas produções sendo lançadas é algo complicado, mas isso não impede e nem impossibilita com que faça algo que não seja nem piegas e nem monótono, algo que o diretor Bruno Garotti não consegue fazer com a produção. 

Cinderela Pop (idem, Brasil – 2019)

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Direção: Bruno Garotti
Roteiro: Bruno Garotti, Flávia Lins e Silva, Marcelo Saback, Paula Pimenta (Livro)
Elenco: Maisa Silva, Filipe Bragança, Fernanda Paes Leme, Letícia Faria Pedro, Kiria Malheiros, Elisa Pinheiro, Giovanna Grigio, Miriam Freeland
Gênero: Romance, Família
Duração: 90

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Tags: #fernanda paes leme #Filipe Bragança #Giovanna Grigio
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Gabriel Danius
Escrito por

Gabriel Danius

Jornalista e cinéfilo de carteirinha amo nas horas vagas ler, jogar e assistir a jogos de futebol. Amo filmes que acrescentem algo de relevante e tragam uma mensagem interessante.

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