Últimas
Automação e praticidade na rotina imobiliária urbanaRetenção de talentos e as novas especializaçõesPermuta de imóveis e reconfiguração urbana atualBem-estar e funcionalidade em residências urbanasJornada de viagem e a experiência do clienteO futuro energético da indústria e metaisResident Evil 4 Remake se torna o remake mais vendido da geraçãoCEO da Ubisoft defende fim dos discos e diz que ‘não vai perturbar’ a…
Bastidores®
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
  • Início
  • Notícias
    • Viral
    • Cinema
    • Séries
    • Games
    • Quadrinhos
    • Famosos
    • Livros
    • Tecnologia
  • Críticas
    • Cinema
    • Games
    • TV
    • Quadrinhos
    • Livros
  • Artigos
  • Listas
  • Colunas
Catálogo

Crítica | Quarteto Fantástico (2015) – Não foi dessa vez, de novo

Boa abordagem desperdiçada.

Lucas Nascimento
Lucas Nascimento Redação
8 de julho de 2016 · 4 min de leitura
Crítica | Quarteto Fantástico (2015) – Não foi dessa vez, de novo

Há uma década atrás, a Fox lançava sua primeira tentativa blockbuster (a versão de Roger Corman é trash demais para ser levada a sério) de lançar o Quarteto Fantástico nos cinemas. Ainda que de qualidade bem duvidosa, os dois filmes dirigidos por Tim Story conseguiam divertir com seu humor pastelão e trama macarrônica num adorável guilty pleasure, mas foram incapazes de sustentar uma franquia duradoura. Agora, seguindo uma linha mais dark e realista, o grupo da Marvel tenta se reinventar pelas mãos de Josh Trank.

A trama faz algumas mudanças na história original, trazendo os personagens da fase adulta para adolescente. Reed Richards (Miles Teller) trabalha com o amigo Ben Grimm (Jamie Bell) numa teoria para tornar possível o teletransporte e viagens interdimensionais. Com a ajuda de uma equipe formada pelos irmãos Sue (Kate Mara) e Johnny Storm (Michael B. Jordan), e o inescrupuloso Victor Von Doom (Toby Kebbell), o grupo consegue acesso a outra dimensão, onde ganham poderes bizarros que mudam suas vidas.

Depois de Josh Trank ter dirigido o ótimo Poder Sem Limites e um elenco realmente fantástico ter sido escolhido, é difícil de acreditar que este novo Quarteto consiga ser tão burocrático. O roteiro de Simon Kinberg, Jeremy Slater e o do próprio Trank empolga por se debruçar em uma abordagem mais científica do assunto, tanto que sua eficiente primeira metade funciona bem como uma ficção científica e até impressiona por algumas decisões visuais: o primeiro vislumbre dos poderes é quase amedrontador, com a imagem de um Johnny aparentemente morto sendo engolido por chamas ou o corpo de Reed sendo esticado à força em uma mesa cirúrgica. Porém, são apenas bons momentos encontrados numa narrativa sem vida, que pouco empolga e arrisca.

As relações entre cada membro do Quarteto falham ao provocar autenticidade, como se não houvesse química entre o elenco. Miles Teller se sai bem porque seu personagem tem o maior destaque, mas sua amizade com Jamie Bell é forçadíssima (aliás, o ator surge com uma imutável expressão cansada durante toda a projeção, e seu Coisa digital não é dos mais expressivos) e o pseudo romance com Kate Mara, nada convincente. Poxa, nem o carismático Michael B. Jordan tem a chance de brilhar aqui, já que seu Johnny é constantemente jogado em segundo plano, e me ficou a impressão de que o ator realmente se esforçava – mas parecia forçado a ficar no piloto automático. E mesmo que o Doom de Toby Kebbell seja muitíssimo bem introduzido e explorado, sua transição para vilão megalomaníaco é risível, e um dos grandes fatores que expõem os problemas de bastidores que assombraram seu pré-lançamento.

Se levar em conta o que vemos em tela, certamente a Fox teve problemas para concluir o filme, e não ficaria surpreso se os rumores de refilmagens fossem reais. Trank começa a narrativa muito bem, mas raramente vemos ali o mesmo cara que impressionou com a crueza e espetáculo em Poder sem Limites, trazendo cenas de ação tediosas (o clímax com o Dr. Destino é um dos mais apressados e sem energia que já vi na vida) e até uma montagem problemática que parece unir cenas desconexas: um tempo maior de silêncio entre um momento tenso para outro seria necessário aqui e ali, e é um claro sinal de problemas quando a trama salta 1 ano num momento crítico, ignorando desenvolvimento de personagens e a relação destes com seus poderes. A unica exceção é quando Dr. Destino acorda pela primeira vez, e seu violento e sangrento ataque ajuda a acordar o espectador… Mas isso quando já faltam 10 minutos para acabar o filme.

Nos quesitos técnicos, é competente, ainda que nada muito espetacular. É interessante observar como as chamas digitais cobrem com detalhes o uniforme do Tocha Humana, assim como o detalhe de preencher o traje do Sr. Fantástico de argolas e do Coisa surgir numa espécie de casulo de pedra. Aliás, as justificativas para cada um dos poderes são verossímeis, como as rochas que entram na cápsula de Ben ou o fogo que invade a de Johnny durante o teletransporte de ambos, e até o visual do próprio Destino; quase como uma versão mais controlada de A Mosca.

Mesmo que surja com nomes talentosos e boas intenções, o novo Quarteto Fantástico é um filme esquecível e que infelizmente não consegue fazer muito além do básico, se perdendo numa trama sem graça com personagens pouco carismáticos.

Publicidade

E aí Fox, quarta vez é a da sorte?

Obs: Esse filme não é em 3D. Glória, pelo menos isso.

Leia também
Artigos

O Final de Blade Runner 2049 Explicado

→

Quarteto Fantástico (Fantastic Four, EUA – 2015)

Direção: Josh Trank
Roteiro: Simon Kinberg, Jeremy Slater, Josh Trank
Elenco: Miles Teller, Kate Mara, Michael B. Jordan, Jamie Bell, Toby Kebbell, Reg E. Cathey, Tim Blake Nelson
Gênero: Aventura, Ficção Científica
Duração: 100 min

Leia também
Capa

Crítica | Obsessão leva talento de Curry Barker ao grande público

→
Tags: #Jamie Bell #Josh Trank #Kate Mara #Michael B. Jordan #Miles Teller #Quarteto Fantástico #Simon Kinberg
Compartilhar: Twitter Facebook WhatsApp
Lucas Nascimento
Escrito por

Lucas Nascimento

Estudante de audiovisual e apaixonado por cinema, usa este como grande professor e sonha em tornar seus sonhos realidade ou pelo menos se divertir na longa estrada da vida. De blockbusters a filmes de arte, aprecia o estilo e o trabalho de cineastas, atores e roteiristas, dos quais Stanley Kubrick e Alfred Hitchcock servem como maiores inspirações. Testemunhem, e nos encontramos em Valhalla.

Ver todos os posts →
Carregando próxima leitura…
Bastidores®

Aqui a crítica acontece!

📣 Quer anunciar?

Manda um email pro Matheus: matheus@nosbastidores.com.br

Membro do OpenCritic

Navegação

  • Início
  • Notícias
  • Críticas
  • Artigos
  • Listas

Legal

  • Privacidade
  • Termos
  • Cookies
© 2026 Bastidores. Todos os direitos reservados. feito com café por matheus serafim

Olá, gostaria de entrar e comer um cookie?

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.

Política de Privacidade · Política de Cookies · Termos de Uso

Preferências de cookies

Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdo e analisar nosso tráfego.